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[Resenha] A Pousada Rose Harbor - Debbie Macomber


Avaliação: 2/5
A busca por um novo começo pode levar a grandes revelações. Jo Marie Rose decide comprar uma pequena pousada, como forma de superar a morte do marido. Mal sabe ela que as surpresas que a esperam nessa nova empreitada. Seu primeiro hóspede é Joshua Weaver, que voltou para casa para cuidar de seu padrasto doente. Os dois nunca se conheceram pessoalmente e Joshua tem alguma esperança de que possam conciliar suas diferenças. No entanto, uma habilidade de Joshua há muito perdida prova que o perdão nunca está fora de alcance e que o amor pode florescer onde menos se espera.A outra hóspede é Abby Kincaid, que retorna a Cedar Cove para comparecer ao casamento do irmão. De volta pela primeira vez em 20 anos, ela quase deseja não ter ido, devido às memórias trazidas pela pitoresca cidade. E conforme Abby se reconecta com sua família e seus velhos amigos, percebe que só pode seguir em frente se permitir-se verdadeiramente a isso.
Este livro é uma cortesia da Editora Novo Conceito.


Jo Marie Rose se casou há menos de um ano e perdeu o marido. Tentando recomeçar, compra uma pousada em uma cidade diferente, tentando recomeçar. Com um fardo nas costas, começa. Seus dois primeiros hóspedes são Abby Kincaid e Joshua, que também trazem seus problemas. Mas ao chegarem nesta cidade, que é a princípio o pior pesadelo, percebem que a cura pode estar bem próxima.

No início da leitura, me pus no lugar de Jo Marie para tentar entender o que ela sentia, e consegui. Isso me fez gostar do livro já no começo, e pensei que a leitura seria muito agradável. Mas ao fim, realmente não me convenceu. A autora queria nos dar a impressão de que a Pousada Rose Harbor é um lugar quase "mágico", onde pessoas que estejam emocionalmente abaladas se curam. Mas não senti essa impressão. Na realidade, não vi nada de "inspirador" em tal pousada.

Pra piorar, ela colocou "fantasmas" na estória. Muitas das coisas que leio, eu não acredito. Livros de fantasia são um exemplo. Mas quando puxamos para o lado espiritual e que pode levar à questão religião, e os valores do livro não são os mesmos que os meus, eu já não gosto. E foi o que aconteceu.

Gostei mesmo do início e de algumas lições de moral, como por exemplo: devemos aprender a recomeçar. Não é fácil, mas necessário. Perdoar-se, permitir-se libertar do passado, tudo isso é importante para que vivamos a vida ao máximo. O que foi feito, não tem mais volta. O futuro é nossa grande chance. 

Informações sobre o livro
Título: A Pousada Rose Harbor
Título original: The Inn At Rose Harbor
Editora: Novo Conceito
Páginas: 352
Skoob
Comprar: CulturaSaraiva Leitura Estante VirtualFnac
Série: Rose Harbor
1. A Pousada Rose Harbor
2. When They First Met
3. Rose Harbor in Bloom
Adaptações cinematográficas: -




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[Resenha] A Outra Vida - Susane Winnacker


Avaliação: 4/5
O mundo de Sherry — de uma hora para outra — mudou completamente. Por causa de um vírus muito contagioso, as pessoas que ela costumava conhecer, e quase todas as pessoas de sua cidade, Los Angeles, na Califórnia, se transformaram em mutantes assustadores. Esses mutantes têm uma força excessiva, são ágeis, o corpo é coberto de pelos, eles lacrimejam um líquido imundo e… comem gente! Portanto, não há muito o que fazer — talvez tentar fugir — quando se encontra algum deles. A não ser que você tenha ao seu lado a força e a determinação de um jovem como Joshua. Joshua perdeu uma irmã para os mutantes e sua raiva é tão grande que ele seria capaz de vingar todos aqueles que perderam alguém para as criaturas. No entanto, para que esta revanche aconteça, é preciso prudência. Afinal, até que ponto a disseminação deste vírus foi uma coisa realmente natural? Que poderosos interesses estão por trás desta devastação? E será que Joshua e Sherry conseguirão ter a cautela necessária para lutar contra as criaturas justo agora que seus corações estão agitados pelo começo de uma paixão?
Este livro foi uma cortesia da Editora Novo Conceito.

Sherry está há três anos sem ver a luz do Sol. Uma epidemia atacou uma parte dos Estados Unidos, e o governo mandou que todos se escondessem. Ela não se sabe até aonde a doença chegou, nem o que está acontecendo lá fora. Mas um dia, a comida acaba, e ela e seu pai tem que sair do abrigo que lhe conferia segurança para buscar seu sustento. Um mundo e possibilidades assustadoras esperam por ela do lado de fora, e nós vamos descobrir tudo isto com ela.

Uma epidemia. O homem perdeu seu lado humano e agora é uma espécie de zumbi. Zumbi? Confesso que essa ideia não me pareceu muito atrativa, à princípio. Não era chegada a essa história de uma galera morta que volta pra vida, mas A Outra Vida, felizmente, não me decepcionou nesse quesito. A verdade é que o ser humano aqui não é um zumbi, porque ele nem chega a morrer; é uma espécie de animal, à la "Eu sou a Lenda", o filme que tem como ator principal o Will Smith.

A semelhança não incomoda muito, pois o livro se prova único. Sua respiração acelera, e é impossível não entrar no ritmo de suspense e de não saber o que está por vir que Sherry vive. A curiosidade ataca: por que todos os rádios pararam de funcionar? Onde estão os militares? Onde está o governo? Onde estão os conhecidos? O que está acontecendo?

Definitivamente, o ponto que mais chamou minha atenção foi o ritmo rápido do livro. Mas também encontramos romance. Eu achei meio forçado, porque do nada, Sherry e o rapaz que ela conhece, Joshua, estavam andando de mãos dadas e... Apaixonados? Se pelo menos a autora tivesse mostrado as qualidades e os motivos pelos quais eles se apaixonaram, sabe? Quanto aquele mistério que está por trás de tudo, eu não achei tão surpreendente. Acho que poderia ser algo mais grandioso, mas mesmo assim, a leitura foi muito boa. 

Bem, agora aguardo a continuação, e espero - e acredito, não sei - que teremos um desenvolvimento mais impactante.

Informações sobre o livro
Título: A Outra Vida
Título original: The Other Life
Autora: Susane Winnacker
Editora: Novo Conceito
Páginas: 272
Skoob
Adaptações cinematográficas: -



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[Resenha] Dois Rios - T. Greenwood


Avaliação: 3/5

Este livro foi uma cortesia da Editora Novo Conceito.
Harper Montgomery vive ofuscado pela tristeza. Desde a morte de sua mulher, há 12 anos, ele aprisionou-se em uma pequena cidade, Dois Rios, onde todo mundo se conhece, porque ali — justifica-se — poderia criar melhor sua única filha. Atormentado pelo desgosto, Harper prefere esconder-se. Mas a verdade é que a morte de sua mulher é somente um dos motivos de sua dor. Além de sofrer por sua perda, ele se sente culpado por um ato abominável: quando mais jovem foi cúmplice de um crime brutal e sem sentido. Há muito sentimento em jogo quando se trata de sua vida cheia de remorsos... Então, um acidente de trem oferece a Harper a chance de redenção: uma das sobreviventes, uma menina de 15 anos, grávida, precisa de um lugar para ficar, e ele se oferece para levá-la para casa. No entanto, a aparição dessa menina, Maggie, não tem nada de simples acaso, talvez, ela tenha alguma coisa a ver com o crime do qual ele participou um dia...
Não tem nada mais difícil (e cansativo) do que fazer uma resenha de um livro que você não tem uma opinião totalmente formada. Dois Rios conta a história de Harper, um homem que mesmo após 12 anos, não superou a saudade da esposa, o amor de sua vida, enquanto tem que cuidar da sua filha única. Se não bastasse isso, de repente aparece uma mocinha negra, grávida, pedindo ajuda após um acidente de trem que aconteceu na pacata cidade de Dois Rios.

O livro vai alternar entre duas épocas: quando Harper era jovem e conta a sua história com Betsy, e o presente, quando ele vive apenas com sua filha e começa a ter que lidar com uma misteriosa adolescente, que parece esconder algo. Durante a leitura, me vi querendo ler mais sobre o passado de Harper, porque o presente envolvia trabalho, cansaço e tristeza. Foi uma leitura meio densa - literalmente - tanto pelo seu conteúdo, como pelo tamanho do livro. 

Algo que eu percebi é como Betsy, o amor da vida de Harper, é uma personagem muito mais forte que ele. Complexa e sonhadora, cria aquela imagem do cara abobado e perdidamente apaixonado, e de uma mulher que consegue controlar a relação. Acho que se fosse o contrário, iam chamar a autora de machista. Ha, ha.

Acho que por problema meu mesmo, não me envolvi muito com a história, nem me colocar muito no lugar de Harper. Talvez por não ter vivivo um grande amor, não sei... Acho que preciso trabalhar mais minha sensibilidade. Mas o livro não é ruim. Para os amantes de um drama, é uma boa pedida. Tem algumas cenas mais pesadas, mas dá para relevar. Bem, era isso. Vocês já tiveram a oportunidade de ler mais alguma coisa da autora? 

Informações sobre o livro
Título: Dois Rios
Título original: Two Rivers
Autoras: T. Greenwood
Editora: Novo Conceito
Páginas: 448
Comprar: Cultura ♥ Fnac ♥ Saraiva
Adaptações cinematográficas: -




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[Resenha] O duque e eu - Julia Quinn


Avaliação: 1/5
Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas. Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível. É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo. Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta.
Este livro foi uma cortesia da Editora Arqueiro.

Meu primeiro romance histórico! Acho que tinha visto uma blogueira falar sobre esses livros, e que seriam lançados pela Arqueiro. Quando vi que haviam saído, fui logo solicitar o meu. Eu já amava filmes dessa época (e ainda amo), então achei que realmente gostaria dessa estória.

Daphne Bridgerton é uma jovem que debutou há pouco tempo, então é hora da sua mãe buscar por um marido. Ela começa a andar por bailes para conhecer os pretendentes, mas sempre sob o olhar de seus irmãos mais velhos. Uma noite, depois de ser perseguida mais uma vez por um rapaz que não para de implorar pela sua mão, ela esbarra com o duque de Hastings. Ele se sente atraído por ela e pelo seu jeito diferente de ser, e ela começa a se sentir atraída por ele. Cansados dessa vida de buscar por maridos, no caso de Daphne, e ser seguido por mães que buscam maridos para suas filhas, no caso do duque, eles decidem armar um plano: irão fingir que estão interessados um pelo outro para se livrarem por um tempo. O duque previu que fingindo estar interessado por Daphne, os outros rapazes veriam o que estavam perdendo e a cortejariam. O maior desafio foi o de Daphne: não se apaixonar por ele.

À princípio, eu gostei do livro. A personalidade de Daphne, o provável romance, a época, a própria escrita da autora. Mas o livro começou a se tornar detestável. O único interesse que o duque (ou Simon, como preferir chamá-lo) parecia ter em Daphne era sexual, e a autora não poupava descrições. Não sei se isso é uma característica dos romances históricos, mas acredito que sim. O livro teve cerca de 55% (ou mais) da sua história relacionada a sexo, sexo e mais sexo. Isso não me convence, porque eu não acredito que atração sexual seja romântico.

As desculpas de Simon Basset para evitar uma coisa que Daphne tanto queria no livro eram ridículas e egoístas, o que me fez concluir que ele é o extremo oposto de cara que eu gostaria na minha vida.

A história não me convenceu, a narração não me convenceu, o clímax não me convenceu, a autora não me convenceu. Não gostei do livro, e não recomendo para ninguém. Eu acho que não foi o tipo de leitura que te engrandece, sabe? Realmente, não rolou. 

Bem, era isso. Se você já tiver lido esse ou outros volumes da série (porque são 8, um pra cada membro da família Bridgerton, acredito eu), não esqueça de deixar seu comentário sobre ele e todos os outros livros, e também sua opinião sobre a resenha. Gostaria de saber o que vem por aí, para tirar conclusões sobre dar continuidade à leitura.

Informações sobre o livro:
Título: O duque e eu
Título original: The duke and I
Autor: Julia Quinn
Editora: Arqueiro
Páginas: 288
Preço: Saraiva ♥ Fnac ♥ Estante Virtual
Adaptações cinematográficas: -





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[Resenha] Lições de Vida - Anne Tyler

Maggie Moran e seu marido são comuns, até um pouco tediosos. E é esse realismo que torna esta história tão eficaz e comovente... Começa em um dia de verão, quando Maggie e Ira viajam de Baltimore para a Pensilvânia para um funeral. Maggie é impetuosa, desastrada, desajeitada, propensa a acidentes e tagarela. Ira é reservado, preciso, respeitável, tem uma mania irritante de assobiar músicas que traem seus pensamentos mais profundos e acha que sua esposa transforma os fatos de maneira que se encaixem na sua opinião sobre as pessoas que ama.Ambos sentem que seus filhos são estranhos, que a cultura das novas gerações está indo por água abaixo e que, de alguma forma, se enganaram com essa sociedade cujos valores não reconhecem mais. Mas esta viagem vai levá-los a refletir sobre estas angústias, e vai mostrá-los como é importante reavaliar seus sentimentos.
Este livro é cortesia da Editora Novo Conceito.

Meggie Moran e Ira são casados há mais de 20 anos. Uma ida a um funeral acabou se tornando uma aventura e um dia de aprendizado.

Não me sentia tão animada pra ler esse livro, ainda mais quando percebi que o casal era mais velho que o que estamos acostumados (eu, pelo menos). É só que eu gosto daquela fofurinha dos casais jovens, e um casal mais maduro não é a mesma coisa. 

A história realmente não me cativou, pois não havia bem um "problema" para ser solucionado. Não me prendeu, e a única coisa que eu queria era terminá-lo. Cheguei à última página e o livro terminou sem mais nem menos. Estou chocada por aparentemente, não haver uma continuação. 

O ponto positivo do livro é que ele é bem humano. Trata de coisas que poderiam acontecer com qualquer um, e nos fazem refletir sobre as relações entre os humanos: mesmo com as diferenças, os humanos se toleram, e até mesmo se amam. Ira e Meggie são os opostos um do outro, mas mesmo assim, se casaram, e estão juntos há mais de 20 anos. 

Bem, era isso. Não havia muito sobre o que falar, infelizmente. Até a próxima!

Informações sobre o livro:
Título: Lições de Vida
Título original: Breathing Lessons
Autor: Anne Tyler
Editora: Novo Conceito
Páginas: 368
Preço: Saraiva - Leitura - Submarino - Fnac
Adaptações cinematográficas: -
Avaliação:

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[Resenha] Perdidos na Tradução - Iuri Abreu


Avaliação: 3/5

Esse livro foi uma cortesia da Editora Belas Letras.
Um título de filme mal traduzido tem o poder de amaldiçoar um perfeito romance e de provocar gargalhadas em um típico dramalhão. Não é preciso muita intimidade com a língua inglesa para perceber que as traduções para o português de muitos títulos do cinema americano não são nem um pouco fieis ou coerentes com os originais. Este livro é uma seleção de pérolas divertidamente comentadas pelo professor e tradutor Iuri Abreu. Aqui você vai perceber que, com a ajuda de um tradutor metido a poeta, todo filme pode virar uma comédia.
Apaixonada por cinema ou não, a premissa desse livro me pareceu bastante divertida. Falar apenas dos erros grotescos que os tradutores cometem na tradução do título de um filme. E até nós conseguimos perceber: às vezes, no início do filme, o nome original aparece na tela, enquanto uma pessoa ou uma legenda informam o título original, e você comenta: "o que é que tem a ver?!".

O livro é dividido em partes: as traduções que até deram certo, as que ficaram terríveis, etc. Não há história: apenas a capa do filme, suas informações básicas, e um comentário do autor. Não tinha como ser diferente, mas acabou ficando enfadonho. Não via a hora de terminar, mas isso porque eu li direto, como se fosse um romance.

Tenho certeza que os apaixonados por filmes (ou por inglês, ou até mesmo os universitários que estudam sobre tradução, como o Rieri) gostarão muito mais do livro que eu, mas como não é uma área que eu tenha muito interesse (acho que nem um livro sobre tradução de títulos de livros me interessaria), realmente, não foi uma leitura favorita. Mas percebo como o livro foi bem executado e completo.

Mas nunca se sabe, não é? O que eu não gostei, você pode gostar. 

Informações sobre o livro:
Título: Perdidos na Tradução
Autor: Iuri Abreu
Editora: Belas Letras
Páginas: 288
Preço: Cultura - Saraiva - Leitura 
Adaptações cinematográficas: -


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[Novidades] Parceria com a Editora Novo Século


Apresentação
Consolidando-se no mercado editorial brasileiro através da publicação de obras de ficção e não-ficção, de autores nacionais e estrangeiros, a Editora Novo Século tem sua atenção voltada aos leitores que exigem a qualidade máxima no tratamento dos textos, projetos gráficos e impressão de seus livros. Objetivando promover ótimas experiências de leitura, com foco no entretenimento, no acesso à informação e na formação cultural de seus leitores, a Editora Novo Século oferece um catálogo rico e diversificado. Há 10 anos temos investidos em biografias empresariais e de personalidades. Nomes como Walt Disney, Frank Sinatra, Chapplin, Samuel Klein (Casas Bahia), Affonso Brandão Hennel (Semp Toshiba), Julio Simões (Grupo Julio Simões), Vicencio Paludo (Vipal Holding), entre outros, figuram entre nossas biografias lançadas. Em nosso catálogo constam grandes nomes da literatura mundial como: Rainer Maria Rilke, James Baldwin, Carson McCullers e Virginia Woolf, além de autores nacionais de grande projeção e outras obras de qualidade primorosa. Na linha de negócios, autores renomados internacionalmente e altamente reconhecidos figuram no catálogo da editora, fomentando o aprimoramento dos mais variados profissionais. O repertório ainda se estende à diversão leve e descompromissada, fundamental para acolher os jovens na cultura letrada. A Novo Século apresenta em seu acervo obras de romance, terror, fantasia e aventura, como também livros que foram adaptados para grandes produções do cinema. Ainda, dando continuidade à vocação que a acompanha desde sua fundação, a Editora dá a oportunidade a um número substancial de novos autores que desejam ingressar no mercado editorial. Estes se destacam pelas abordagens originais e pela qualidade intrínseca de suas obras.
Agora somos do Clube do Blogueir Oficial da Editora. Muito obrigada pela confiança! Esperamos que seja uma ótima parceria!

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