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[Resenha] A Pousada Rose Harbor - Debbie Macomber


Avaliação: 2/5
A busca por um novo começo pode levar a grandes revelações. Jo Marie Rose decide comprar uma pequena pousada, como forma de superar a morte do marido. Mal sabe ela que as surpresas que a esperam nessa nova empreitada. Seu primeiro hóspede é Joshua Weaver, que voltou para casa para cuidar de seu padrasto doente. Os dois nunca se conheceram pessoalmente e Joshua tem alguma esperança de que possam conciliar suas diferenças. No entanto, uma habilidade de Joshua há muito perdida prova que o perdão nunca está fora de alcance e que o amor pode florescer onde menos se espera.A outra hóspede é Abby Kincaid, que retorna a Cedar Cove para comparecer ao casamento do irmão. De volta pela primeira vez em 20 anos, ela quase deseja não ter ido, devido às memórias trazidas pela pitoresca cidade. E conforme Abby se reconecta com sua família e seus velhos amigos, percebe que só pode seguir em frente se permitir-se verdadeiramente a isso.
Este livro é uma cortesia da Editora Novo Conceito.


Jo Marie Rose se casou há menos de um ano e perdeu o marido. Tentando recomeçar, compra uma pousada em uma cidade diferente, tentando recomeçar. Com um fardo nas costas, começa. Seus dois primeiros hóspedes são Abby Kincaid e Joshua, que também trazem seus problemas. Mas ao chegarem nesta cidade, que é a princípio o pior pesadelo, percebem que a cura pode estar bem próxima.

No início da leitura, me pus no lugar de Jo Marie para tentar entender o que ela sentia, e consegui. Isso me fez gostar do livro já no começo, e pensei que a leitura seria muito agradável. Mas ao fim, realmente não me convenceu. A autora queria nos dar a impressão de que a Pousada Rose Harbor é um lugar quase "mágico", onde pessoas que estejam emocionalmente abaladas se curam. Mas não senti essa impressão. Na realidade, não vi nada de "inspirador" em tal pousada.

Pra piorar, ela colocou "fantasmas" na estória. Muitas das coisas que leio, eu não acredito. Livros de fantasia são um exemplo. Mas quando puxamos para o lado espiritual e que pode levar à questão religião, e os valores do livro não são os mesmos que os meus, eu já não gosto. E foi o que aconteceu.

Gostei mesmo do início e de algumas lições de moral, como por exemplo: devemos aprender a recomeçar. Não é fácil, mas necessário. Perdoar-se, permitir-se libertar do passado, tudo isso é importante para que vivamos a vida ao máximo. O que foi feito, não tem mais volta. O futuro é nossa grande chance. 

Informações sobre o livro
Título: A Pousada Rose Harbor
Título original: The Inn At Rose Harbor
Editora: Novo Conceito
Páginas: 352
Skoob
Comprar: CulturaSaraiva Leitura Estante VirtualFnac
Série: Rose Harbor
1. A Pousada Rose Harbor
2. When They First Met
3. Rose Harbor in Bloom
Adaptações cinematográficas: -




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[Resenha] Claro que te amo! - Tammy Luciano


Avaliação: 2.5/5
Piera tem certeza: está cometendo a maior loucura da sua vida ao assistir, escondida, ao casamento de seu ex-noivo. Depois de seis anos de relacionamento, entrar de penetra na comemoração foi tudo que André deixou para ela. E olhar a cena não a faz feliz, mas encerra uma fase de sua vida. Hora de recomeçar. Mas como recomeçar se seu coração está cheio de dor? Envolver-se com a história de Piera é como descobrir que sempre há um lado muito bom a ser revelado… Mesmo que tudo pareça tão difícil.
Este livro é uma cortesia da Editora Novo Conceito.

"Claro que te amo!" vai contar a estória de Piera, uma jovem brasileira que após namorar durante 6 anos com o aparente amor da sua vida, termina por culpa de uma traição e demora a sair de dentro do poço. Como se não fosse o bastante, sua mãe desaparecida a vida inteira resolve aparecer, provocando confusão e muitas incertezas. Mas mesmo o lado ruim, pode trazer um lado bom...

Gente, o que dizer de um livro médio? "Claro que te amo!" foi um livro bem mais ou menos. Uma estória de amor nunca é demais, mas o que aconteceu foi que eu não me encantei nem um pouco por essa. Comum e muitas vezes forçada, a relação entre Piera e o que aparece na sua vida não me emocionou, apesar de não conseguir abandonar o livro. 

As conversas de Piera e suas amigas, que deveriam ser divertidas, para mim não tiveram muito valor. Devo dizer que a parte que mais merece atenção é a relação familiar da protagonista: ter que conviver com a realidade de uma mãe que a abandonou e agora retorna: o que sentir? O que fazer? Perdoar? E, claro, a relação dela com seu pai, um amor e uma cumplicidade que ultrapassa todas as barreiras - podem crer, todas as imagináveis.

Bem, acho que não foi bem minha praia. Quero ler Garota Replay para ter uma noção mais clara da escrita da autora, e acho que o outro livro seria mais meu tipo. Até!

Informações sobre o livro
Título: Claro que te amo!
Título original: Claro que te amo!
Autora: Tammy Luciano
Editora: Novo Conceito
Páginas: 320
Comprar: Cultura ♥ Fnac ♥ Submarino
Adaptações cinematográficas: -






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[Resenha] Tipo Destino - Susane Colasanti


Avaliação: 2/5
Lani e Erin são melhores amigas, embora não tenham muito a ver uma com a outra. Lani é uma taurina tranquila e Erin é a impetuosa leonina. Uma adora Astrologia (e outras artes adivinhatórias também) e ficar em casa; a outra gosta de pessoas e baladas. Suas preferências — incluindo pizzas e meninos — são bastante diferentes, ou eram, até que Erin começou a namorar Jason… Assim que Lani conheceu o namorado de Erin, sentiu uma enorme conexão com ele. Uma sensação de que já se conheciam a vida toda. E, apesar de acreditar que ele sentia o mesmo, ela sempre soube que Jason estava fora de cogitação, afinal, ele era quem ele era! Ela decidiu ignorar seus sentimentos. Não importava o quanto quisesse ficar perto de Jason, nada a demoveria da ideia de se manter distante dele. Então, Erin viajou durante todo o verão… 
Este livro foi uma cortesia da Editora Novo Conceito.

Tipo Destino vai contar a história de Lani, uma adolecente que leva uma vida comum. Sua personalidade inclui basicamente astrologia e crer no destino. Sua melhor amiga, Erin, conheceu um garoto e começou a namorá-lo: Jason. O problema é que Lani sentiu uma atração quase imediata por ele. Ela nunca poderia trair a melhor amiga... Mas ela viajou.

Pela sinopse, eu não poderia esperar nada diferente de um livro que falasse sobre muita Astrologia, mas sim, eu esperava. Bem, esperava que não fosse tanto por esse lado, né. Mas a Lani sendo a principal, não deu outra. Aconteceu que o livro não teve nada a ver comigo, que não acredito nem em signos nem em destino. Tudo que ela falava não passava de palavras e palavras sem nenhum significado mais profundo.

O único ponto que poderia ser mais universal seria essa história: o namorado da minha melhor amiga. Devo dizer que é realmente uma sensação bem complicada. Acho que cada caso é um caso, e acho melhor não abrir discussões do tipo "eu faria tal coisa".

Bem, a leitura foi rápida, mas eu definitivamente não me apeguei ao livro. É bem adolescente mesmo. Não é que eu não goste de livros adolescentes, mas este tema realmente não foi a melhor escolha. 

Foi isso. Comentem o que acharam da resenha, se já leramt o livro ou algo mais da autora! Até mais!

Informações sobre o livro
Título: Tipo Destino
Título original: Something Like Fate
Autora: Susane Colasanti
Editora: Novo Conceito
Páginas: 288
Skoob
Comprar: Cultura ♥ Fnac ♥ Submarino 
Adaptações cinematográficas: -




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[Resenha] Dente por Dente - Jenny Han e Siobhan Vivian

Essa resenha pode conter spoilers do primeiro volume da série, Olho por Olho. Para ler a resenha anterior, clique aqui.


Avaliação: 3/5
Depois dos acontecimentos do homecoming, Reeve foi parar no hospital, com uma perna quebrada, e seu futuro como atleta está ameaçado. As meninas se sentem culpadas por toda a situação. Não esperavam que as consequências do plano fossem tão graves. Quase perderam o controle. Já que Reeve está mais arrogante do que nunca, o jeito será aplicar nele uma dose do seu próprio veneno e esperar que aprenda a lição. O acidente no baile deixou marcas profundas na consciência de Lillia, Kat e Mary. Sentimentos como amizade, lealdade e ódio se misturam, questionamentos sobre limites... Alguns segredos são mais difíceis de guardar. Aliás, o que são essas coisas estranhas que estão acontecendo com Mary? À medida que Lillia, Kat e Mary descobrem verdades incômodas sobre os moradores da ilha, percebem também que não se conheciam como pensavam. Cada vez mais elas lidarão com o sentimento de que talvez tenham ido longe demais...
Este livro foi uma cortesia da Editora Novo Conceito.

Quem viu a resenha de Olho por Olho, percebeu que eu não gostei muito do livro. Até que ele me prendeu, mas a estória não foi nada de mais: três menininhas brincando de se vingar. E eu não concordo com vingança, não mesmo, por mais tentador que seja.

Dente por Dente é a continuação de um livro que as pessoas não davam quase nada. Agora, Lillia, Mary e Kat têm que lidar com o que fizeram com Reeve: drogar o menino e arruinar a carreira dele. Ele já havia arruinado a vida de Mary, e elas acharam que fosse a coisa certa se vingar. Depois do acidente, ele se mostrou imutável e insensível, e elas decidiram dar o troco novamente e mexer na área mais sensível do ser-humano: o coração.

Como eu disse na outra resenha, disse nessa e repito, eu nunca vou concordar com a vingança. Não acho que seja um entretenimento ver pessoas se vingando e arruinando a vida dos outros: vou passar o livro, o filme ou o episódio pensando em como aquilo é errado. Apesar disso, li Olho por Olho e Dente por Dente esperando que da vingança viesse uma lição. 

Foi uma leitura que me deixou muito envolvida. Mal conseguia largar o livro, que mesmo com 512 páginas, foi iniciado numa madrugada e terminado durante o mesmo dia. Acompanhar as meninas foi muito interessante, e o livro trouxe uma revelação muito bombástica mesmo, que fica pairando na nossa mente mesmo depois que o livro termina, já que ela não é mostrada com muita clareza. Se eu tivesse que citar o ponto positivo de Dente por Dente, seria que ele consegue te entreter muito, te faz viciar e querer descobrir o que vai acontecer. Os negativos seriam mesmo essa história de vingança, mas acho que elas vão perceber que podem se enganar com as pessoas. Ah, e também um certo ponto que parece que vai passar do sobrenatural e mexer mais com o espiritual propriamente dito. Para os curiosos, essa história dos super poderes da Mary ou seja lá o que for não é muito explorada.

Acho que Dente por Dente recuperou os leitores que talvez Olho por Olho estivesse quase perdendo, porque foi um YA bem viciante. As capas dos livros estão muito legais, e as meninas que as ilustram batem bem com a descrição. Revisão boa e letra em tamanho bom. Diagramação foi ótima.

Foi isso. Espero que tenham gostado da resenha, e não deixem de comentar! 

Trecho com spoiler

Eu amei acompanhar a Lillia com o Reeve, não porque queria vê-lo sofrer, mas porque amo um romance. Agora tô preocupada com essa arrumação da Mary estar morta, porque tenho quase certeza que vai ser relacionado àquela história de limbo: a alma dela não consegue "fazer a passagem" enquanto não estiver "liberta da mágoa". Eu não creio nisso e mexe muito com a área da espiritualidade, por isso tô com um pé atrás. Ah, e também tô doida pra ver com quem a Kat vai ficar. O mais provável é o Alex, mas sei lá... Ele gosta tanto da Lillia. Afinal, o que ela tem que dois caras se interessam por ela?

Fim do trecho com spoiler

Informações sobre o livro
Título: Dente por Dente
Título original: Fire with Fire
Autoras: Jenny Han e Siobhan Vivian
Editora: Novo Conceito
Páginas: 512
Série:
2. Dente por Dente
3. Ashes for Ashes
Comprar: Cultura ♥ Fnac ♥ Submarino ♥ Saraiva
Adaptações cinematográficas: -



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[Resenha] O Presente - Cecelia Ahern


Avaliação: 5/5
Todos os dias, Lou Suffern luta contra o tempo. Ele tem sempre dois lugares para ir, tem sempre duas coisas a fazer. Quando dorme, sonha com os planos do dia seguinte, e, quando está em casa, com a esposa e os filhos, sua mente está, invariavelmente, em outro lugar. Numa manhã de inverno, Lou encontra Gabe, um morador de rua, sentado no chão, sob o frio e a neve, do lado de fora do imenso edifício onde Suffern trabalha. Os dois começam a conversar, e Lou fica muito intrigado com as informações que recebe de Gabe; informações de alguém que tem observado uniões improváveis entre os colegas de trabalho de Lou, como os encontros da moça de sapatos Loubotin com o rapaz de sapatos pretos... Ansioso por saber de tudo e por manter o controle sobre tudo, Lou entende que seria bom ter Gabe por perto — para ajudá-lo a desmascarar associações que se formam fora de suas vistas — e lhe oferece um emprego. Mas logo o executivo arrepende-se de ajudar Gabe: sua presença o perturba. O ex-mendigo parece estar em dois lugares ao mesmo tempo, e, além disso, Gabe lhe fala umas coisas muito incomuns, como se soubesse do que não deveria saber... Quando começa a entender quem é realmente Gabe, e o que ele faz em sua vida, o executivo percebe que passará pela mais dura das provações. Esta história é sobre uma pessoa que descobre quem é. Sobre uma pessoa cujo interior é revelado a todos que a estimam. E todos são revelados a ela. No momento certo.
Este livro foi uma cortesia da Editora Novo Conceito.

O Presente conta a história de Lou, um empresário bem sucedido no trabalho, mas que falha com sua família. Ele sempre está tentando estar em dois lugares ao mesmo tempo, querendo subir e subir no trabalho, mas sem perceber que está perdendo quando o assunto é o que realmente importa na vida.

Esse é o clássico livro que te passa uma lição. Ao ver Lou sempre focando no trabalho e deixando a vida pessoal de lado, você para e se pergunta se não está colocando os estudos a frente das pessoas. Tem que trabalhar, sim, tem que estudar, sim, mas nada disso vai adiantar se no fim, você ver que perdeu tudo que dá sentido ao ato de viver. 

Ao terminar de ler, é impossível não refletir sobre tudo o que estamos perdendo, de como estamos gastando o nosso tempo. Não apenas no sentido de dar prioridade ao supérfluo, mas também colocar tudo pra depois, procrasticar, arrumar desculpas. Nunca sabemos quando será o nosso último segundo. Recomendo esta leitura para todos que querem uma leitura nem leve nem pesada, mais intermediária, mas com carga de humanidade. Eu li pensando que seria um livro extremamente natalino, mas fora algumas pinceladas da época do ano, o ponto não é esse. 

Bem, espero que vocês tenham gostado da resenha. O Presente foi uma boa surpresa! Não deixem de comentar :)

Informações sobre o livro
Título: O Presente
Título original: The Gift
Autoras: Cecelia Ahern
Editora: Novo Conceito
Páginas: 320
Comprar: Cultura ♥ Fnac ♥ Submarino ♥ Saraiva
Adaptações cinematográficas: -


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[Resenha] Corações Feridos - Louisa Reid


Avaliação: 4/5
Hephzibah e Rebecca são irmãs gêmeas, mas muito diferentes. Enquanto Hephzi é linda e voluntariosa, Reb sofre da Síndrome de Treacher Collins — que deformou enormemente seu rosto — e é mais cuidadosa. Apesar de suas diferenças, as garotas são como quaisquer irmãs: implicam uma com a outra, mas se amam e se defendem. E também guardam um segredo terrível como só irmãos conseguem guardar. Um segredo que esconde o que acontece quando seu pai, um religioso fanático, tranca a porta de casa. No entanto, quando a ousada Hephzibah começa a vislumbrar a possibilidade de escapar da opressão em que vive, os segredos que rondam sua família cobram-lhe um preço alto: seu trágico fim. E só Rebecca, que esteve o tempo todo ao lado da irmã, sabe a verdadeira causa de sua morte... Hephzi sonhara escapar, mas falhara. Será que Rebecca poderia encontrar, finalmente, a liberdade?
Este livro é uma cortesia da Editora Novo Conceito.

Hephzibah e Rebecca. Gêmeas. Linda, viva.  Triste, medrosa. As duas irmãs não poderiam ser mais diferentes, compartilhando apenas algo em comum: vivem sob o mesmo teto. Juntas, elas guardam um segredo. Seus pais não são o que todos da comunidade pensam. Elas o conhecem muito bem. Infelizmente.

Independentemente do que esperava do livro, fui encurralada por estas páginas. A história das irmãs me deixava chocada, curiosa, com raiva. Raiva de Hephzibah, pena de Rebecca. Tão ingênuas, tão perdidas! Até agora não sei bem o que dizer, já que o livro é realmente único. Não tem como enquadrá-lo em uma categoria geral, porque é O livro Corações Feridos. Todos os relatos e a sutileza com que eles são apresentados são incríveis, surpreendentes, tocantes. Ela fala de uma forma que não entrega totalmente o fato, bem subjetiva, mas no fundo, no fundo, você sabe o que é e fica chocado. Rouba mesmo a nossa atenção.

Como eu disse acima, Hephizibah me irritou. Mas é que ela nunca teve alguém que a educasse, que se importasse mesmo com ela. E Rebeca... Pobre Rebecca!  Tanto sofrimento para uma garota só! Para uma pessoa que não tinha nenhuma noção, que passou toda sua vida sendo tratada como pior que lixo! É inacreditável! 

Nunca havia lido nada da autora. Ao iniciar o livro, já tinha uma ideia sobre o que mais ou menos seria: fanatismo religioso. Li, li, li, e dava poucas pausas, devido a narrativa fluida de Reid. Já me preparei para ataques, porque toda vez que alguém mete religião em algo, é para criticar. Mas o que me surpreendeu é que ela não criticou a religião; pelo contrário, em alguns pontos, até a defendeu.

A mais importante reflexão que o livro trouxe é: o que será que se passa naquelas aparentes famílias felizes? Será que todo mundo é o que aparenta? E o que aquelas irmãs passaram me pareceu tão terrível, que não é possível que isso aconteça. Mas o pior: acontece! E a gente nem sabe. E eu não posso falar muito, porque, afinal, vocês que não leram nem sabem do que estou falando! Mas... leiam. É importante que nós tenhamos noção e consciência. E eu peço a Deus que proteja e dê consolo a todos os jovens que passam por algum tipo de sofrimento como este. Porque ninguém merece, mesmo. Terror físico e psicológico.

Informações sobre o livro
Título: Corações Feridos
Título original: Black Heart Blue
Autora: Louisa Reid
Editora: Novo Conceito
Páginas: 256 
Comprar: Cultura ♥ Fnac Submarino
Adaptações cinematográficas: -




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[Resenha] A Livraria 24 Horas do Mr. Penumbra - Robin Sloan


Avaliação: 2/5
A recessão econômica obriga Clay Jannon, um web-designer desempregado, a aceitar trabalho em uma livraria 24 horas. A livraria do Mr. Penumbra — um homenzinho estranho com cara de gnomo. Tão singular quanto seu proprietário é a livraria onde só um pequeno grupo de clientes aparece. E sempre que aparece é para se enfurnar, junto do proprietário, nos cantos mais obscuros da loja, e apreciar um misterioso conjunto de livros a que Clay Jannon foi proibido de ler. Mas Jannon é curioso…
Clay Jannon já foi um web-designer bom. Agora, desempregado, arruma trabalho numa misteriosa livraria. Um acervo no mínimo curioso, que o seu patrão não permite que ele olhe. Nem dê uma olhadinha. Mas ele é curioso, não é? Afinal, que mal uma espiada pode trazer...

Para tudo! Um livro sobre uma livraria? Capa misteriosa? E olha só esse nome... Mr. Penumbra?! Gente, esse era um dos livros que estava como prioridade dentre os que eu recebi. Comecei a ler.

Clay, depois de ver o negócio tão parado, resolve tomar algumas providências com a livraria. Divulgar no Google, liberar cupons, catalogar os livros no computador. Espera... a sequência dos livros retirados pelas pessoas que sempre aparecem na livraria forma um rosto. De quem é?

Certo, certo, não vou me alongar quanto ao enredo, já que é o mistério do livro, né. Mas gente... Eu esperava mais dele. Tem livros ótimos, bons, regulares e ruins. Desse, eu provavelmente esperava que fosse bom. Mas foi uma leitura extremamente maçante, que me levou até a deixá-lo por um tempo para ver se depois a leitura andava. O nó a ser desfeito da estória deveria ter me prendido a leitura, mas a verdade é que eu não senti interesse. Podia ser algo até legal, mas me cansei de ler, e a vontade de desvendar esse tal mistério não foi maior que a falta de emoção. Os personagens eram chatos. Ok, vamos maneirar. Desinteressantes? Os mais legaizinhos eram o Mr. Penumbra e o amigo de apartamento do Clay. Já o resto... simplesmente, não me cativou.

Mas quanto a resolução do mistério? Vou ser bem sincera e dizer que não entendi direito. Talvez fosse o fato de que eu já estava de saco cheio do livro, mas não liguei os pontos e no fim, não foi nítido. A capa tá super legal, com um ar misteriosos que te leva a querer saber que livraria é essa. As letras, em bom tamanho. Mas o conteúdo... Para mim, não rolou. Espero poder ler alguma outra coisa do autor em breve para ver o que acho.

Bem, é isso. Até a próxima!

Informações sobre o livro:
Título: A Livraria 24 Horas do Mr. Penumbra
Título original: Mr Penumbra's 24-Hour Bookstore
Autor: Robin Sloan
Editora: Novo Conceito
Páginas: 288
Preço: Cultura ♥ Saraiva ♥ Fnac ♥ Estante Virtual
Adaptações cinematográficas: -







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[Resenha] A Garota do Penhasco - Lucinda Riley


Avaliação: 5/5
A Garota do Penhasco é um romance que enreda o leitor através de vários fios: a história de Grania Ryan e sua querida Aurora Devonshire, a garota do penhasco, nos fala sobre mudança de vida. A história das famílias Ryan e Lisle é um lindo conto sobre um século de mal-entendidos e rancor entre inimigos que se acreditam enganados por falcatruas financeiras. O caso de amor entre Grania Ryan e Lawrence Lisle comove por sua delicadeza e força vertiginosa que culmina em imensa tristeza. Mas, sobretudo, A Garota do Penhasco é um livro que mostra como é possível encontrar uma finalidade, um propósito, quando todas as esperanças parecem perdidas. “De ritmo tenso e original, este é um romance envolvente sobre recuperação, resgate, novas oportunidades e amor perdido.” -- Booklist
Este livro foi uma cortesia da Editora Novo Conceito.

Lucinda Riley. Meu primeiro livro da autora, e com certeza não será um último. 528 páginas não foram o bastante para me fazer pensar em desistir do livro, quando uma estória tão viciante e com personagens únicos me chamava.

Grania Ryan está em crise. Depois de um aborto espontâneo, resolve deixar seu companheiro, Matt, e voltar para a Irlanda. Ela precisa pensar. Um dia, ao andar pela sua terra natal, ela vê uma criança de cabelos ruivos cacheados e camisola parada na beirada de um penhasco. Quem ela é e o que faz ali? E que ligação ela tem com a vida de Granya? É isso e muito mais que iremos descobrir.

Não tem como citar um ponto central neste livro, pois é uma obra de vida. Guerra, relacionamentos, mágoas antigas, desentendimentos, drama, romance, recheiam estas páginas. Você não quer largar o livro e ele não deixa que você o largue até que desvende o que está por trás de tudo aquilo. Vamos descobrindo a história de duas famílias, os problemas que passaram e o que têm que passar hoje.

Cada personagem tem seus nuances, suas particularidades. É algo encantador. Cada um tão único que nem mesmo o grande número deles confunde. Granya, teimosa e independente; Aurora, alegre como o nascer do Sol; e muitos outros.

Um ponto que não curti muito foi a ligação que Lucinda Riley fez com a religião, que ao meu ver, pareceu espírita. Então o que foi emocionante para alguns, para mim, não fez muito sentido.

Espero ter logo a oportunidade de ler outros livros da autora. Sugestões?

Informações sobre o livro
Título: A Garota do Penhasco
Título original: 
Autora: Lucinda Riley
Editora: Novo Conceito
Páginas: 528
Skoob
Comprar: Cultura ♥ Saraiva ♥ Fnac ♥ Submarino ♥ Estante Virtual
Adaptações cinematográficas: -



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[Resenha] A Menina Que Semeava - Lou Aronica


Avaliação: 2.5/5
Chris Astor é um homem de seus quarenta e poucos anos que está passando pelo mais difícil trecho de sua vida. Ele tem uma filha, Becky, de 14 anos, que já passou imensas dificuldades até chegar a se tornar uma moça vibrante e alegre, mas que parece que terá que enfrentar mais um grande problema em sua vida. Quando Becky era pequena e teve câncer, Chris e ela inventaram um conto de fadas, uma fantasia infantil que adquiriu vida e tornou-se um terrível, provavelmente fatal, problema. Agora, Chris, Becky e Miea (a jovem rainha da fantasia criada por pai e filha) terão que desvendar um segredo: o segredo de por que seus mundos de fantasia e realidade se juntaram neste momento. O segredo para o propósito disso tudo. O segredo para o futuro. É um segredo que, se descoberto, irá redefinir a mente de todos eles.A menina que semeava é um romance de esforço e esperança, invenção e redescoberta. Ele pode muito bem levá-lo a algum lugar que você nunca imaginou que existisse. Uma fantasia que trabalha assuntos densos como a separação dos pais, oncologia infantil, separação de filha e pai, adolescência. A menina que semeava não é um livro sobre adolescentes comuns. É sobre uma que se deparou prematuramente com a ameaça do fim e teve de tentar aprender a lidar com ele.
Este livro foi uma cortesia da Editora Novo Conceito.

Hum, um livro que cheira à fantasia... Literalmente, porque o kit vinha com um frasquinho de "essência de Tamarisk", um cheiro bem doce (que eu não curti).

Becky tem 14 anos, e desde a infância tem câncer. Para fugir da dor e da tristeza, ela e seu pai criavam estórias de um mundo imaginário chamado Tamarisk, com tudo que se pode imaginar: as plantas são azuis, ao invés de verdes, um pântano feito de bolhas, e criaturas mágicas. Mas aconteceu o divórcio dos seus pais, e sua relação com seu pai mudou. Tamarisk ficou de lado. Depois de um tempo bem, Becky começa a se sentir mal. O que aconteceu? E mais importante: o que acontecerá?

Ah, gente, eu amo fantasia. Fadas, bosques, criaturas mágicas. E a capa desse livro tem todo um ar de mistério. Eu esperava gostar bastante, mas só a sinopse já tirou um pouco da magia. Acontece que eu gosto quando o livro se trata da fantasia, e não quando ela é uma parte. Entenderam? Ok, quando eu vi que o câncer da personagem principal tinha algo a ver com o mundo mágico, eu já não me empolguei tanto, porque aí misturava muito o real com o imaginário. E o próprio mundo imaginário criado não me conquistou. Não foi um lugar que me deu vontade de ir, sabe? De conhecer...

Quanto aos personagens, achei-os bem normais. Acredito que o que mais gostei foi o pai da Becky. Ele amava muito a filha de não desistia dela. E já faz um tempinho que li, mas não lembro de ter sentido muito a dor de Becky por estar doente. A verdade é que ela parecia ser forte, tentando negar o retorno da doença.

Informações sobre o livro:
Título: A Menina Que Semeava
Título original: Blue
Autor: Lou Aronica
Editora: Novo Conceito
Páginas: 416
Preço: Cultura ♥ Saraiva ♥ Submarino ♥ Fnac



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[Resenha] Liberta-Me - Tahereh Mafi

Esta resenha pode conter spoilers do 1º livro da série Shatter Me, chamado Estilhaça-Me. Para ler sua resenha, clique aqui.


Avaliação: 3.5/5
Liberta-me é o segundo livro da trilogia de Tahereh Mafi. Se no primeiro, Estilhaça-me, importava garantir a sobrevivência e fugir das atrocidades do Restabelecimento, em Liberta-me é possível sentir toda a sensibilidade e tristeza que emanam do coração da heroína, Juliette. Abandonada à própria sorte, impossibilitada de tocar qualquer ser humano, Juliette vai procurar entender os movimentos de seu coração, a maneira como seus sentimentos se confundem e até onde ela pode realmente ir para ter o controle de sua própria vida. Uma metáfora para a vida de jovens de todas as idades que também enfrentam uma espécie de distopia moderna, em que dúvidas e medos caminham lado a lado com a esperança e o amor.
Este livro é uma cortesia da Editora Novo Conceito.

Depois do tão falado Estilhaça-me, Tahereh Mafi lança Liberta-me. Juliette agora está no Ponto Ômega, uma organização da oposição contra o Restabelecimento, novo governo que está afundando a população ainda mais na desgraça. Agora, ela deve treinar para que trabalhando com pessoas especiais como ela, possam trazer alguma esperança ao mundo. 

Vamos definir esses livros em poucas palavras: distopia com X-Men feelings. Não há nenhuma grande novidade ou impacto na história. O ponto realmente forte desse livro é a forma que a autora escreve. É diferente, sim. Mas faz com que o leitor se sinta mais próximo de Juliette, dos seus sentimentos, das suas percepções, e pode ter certeza, isso é um ponto extremamente positivo. 

Mafi não tem medo de abusar da sensualidade em suas descrições, algo que não me agrada muito, sabe. Mas é meio irrelevante, na realidade, porque a história é muito legal. Ela passa rápido! O livro é super grosso, mas a leitura é extremamente fluida e te prende pra caramba. Sem falar que ela é a única autora, em toda a minha vida de leitora, que me fez gostar de um vilão. E meio que torcer por ele. Isso é estranho.

Quanto à diagramação, a letra está em um ótimo tamanho, e é um livro leve (literalmente, em massa), apesar da aparência de pesado. Só me lamento pela capa. A norte-americana é tão linda.

Bem, não havia muito o que falar sobre o livro, mas eu gostei bastante :)

Informações sobre o livro:
Título: Liberta-Me
Título original: Destroy Me
Autor: Tahereh Mafi
Editora: Novo Conceito
Páginas: 448
Preço: Saraiva ♥ Fnac ♥ Estante Virtual ♥ Submarino
Adaptações cinematográficas: -




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[Resenha] Meu Amor, Meu Bem, Meu Querido - Deb Caletti


Avaliação: 1/5
É verão no nordeste da cidade de Nine Mile Falls e Ruby McQueen, de 16 anos, comumente conhecida como A Garota Calada, está saindo com o maravilhoso, rico e louco por emoções Travis Becker. No entanto, Ruby está num beco sem saída e percebe que se arrisca cada vez mais quando está com Travis. Em um esforço para manter Ruby ocupada, sua mãe, Ann, a arrasta para o clube de leitura semanal que ela comanda. Quando descobrem que uma das criadoras do clube é a protagonista de uma trágica história de amor que estão lendo, Ann e Ruby planejam um encontro dos amantes de longa data. Contudo, para Ruby essa missão acaba sendo muito mais do que apenas uma viagem...
Este livro foi uma cortesia da Editora Novo Conceito.

Pela capa e pelo título, já temos a impressão de se tratar de um livro leve, um romance juvenil. É o que eu esperava encontrar: uma boa história pra relaxar, boa para "desopilar", mas acredito que me enganei. De certa forma.

Ruby tem 16 anos e depois de passar por situações bem embaraçosas, decide ficar sempre quieta no seu canto. Ser uma menina "certinha". Então, conhece Travis Becker, um badboy que a faz querer ser uma pessoa diferente, que chama atenção. Após um tempo, ela percebe que não dá mais certo ficar com ele. Não faz bem para ela, e sua mãe tentará fazer com que ela esqueça aquele garoto.

Definitivamente, eu não gostei desse livro. Estava animada por um livro leve, mesmo que clichê. Histórias água-com-açúcar são super gostosinhas de ler, mas essa foi uma verdadeira bagunça. A coisa que eu menos gostei foi o fato de que são duas premissas se desenrolando ao mesmo tempo: Ruby tentando se livrar de Travis, e a viagem que ela e sua família fazem com as Rainhas Caçarolas. Virou uma confusão, e eu realmente detestei.

As divagações da autora e filosofias da autora ficaram forçadas, sem contar que a relação de Ruby e Travis foi muito rápida. Não houve um desenvolvimento bom, ao meu ver, e tudo acontecia de forma muito corrida. 

Não consigo apontar pontos positivos que sejam relevantes, nem nada que tenha chamado mesmo minha atenção. Com certeza, entra em uma das piores leituras do ano.

Informações sobre o livro:
Título: Meu Amor, Meu Bem, Meu Querido
Título original: Honey, Baby, Sweetheart
Autor: Deb Caletti
Editora: Novo Conceito
Páginas: 240
Preço: Cultura ♥ Saraiva ♥ Leitura ♥ Estante Virtual ♥ Fnac
Adaptações cinematográficas: -





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[Resenha] Estilhaça-me - Tahereh Mafi

Avaliação: 3.5/5 

Juliette não toca alguém a exatamente 264 dias. A última vez que ela o fez, que foi por acidente, foi presa por assassinato. Ninguém sabe por que o toque de Juliette é fatal. Enquanto ela não fere ninguém, ninguém realmente se importa. O mundo está ocupado demais se desmoronando para se importar com uma menina de 17 anos de idade. Doenças estão acabando com a população, a comida é difícil de encontrar, os pássaros não voam mais, e as nuvens são da cor errada. O Restabelecimento disse que seu caminho era a única maneira de consertar as coisas, então eles jogaram Juliette em uma célula. Agora muitas pessoas estão mortas, os sobreviventes estão sussurrando guerra – e o Restabelecimento mudou sua mente. Talvez Juliette é mais do que uma alma torturada de pelúcia em um corpo venenoso. Talvez ela seja exatamente o que precisamos agora. Juliette tem que fazer uma escolha: ser uma arma. Ou ser um guerreiro.

Sei que no início de uma resenha você pode colocar uma primeira perspectiva ou impressão, bem por cima, o que o levou a lê-lo, mas não consigo pensar em nada de muito interessante. Por que eu li Estilhaça-me? Pelo fato que em abril vai lançar a sua continuação, e pra lê-la eu precisava ler o primeiro. Então, bem, pedi emprestado e li. Agora vamos ao que importa. 
Juliette tem 17 anos e há 264 dias não vê nem fala com ninguém. Não sabe o que faz lá. Querem matá-la? Apenas aprisioná-la? Torturá-la? Desde pequena é rejeitada por aparentemente ser um monstro. Seus únicos companheiros são seus pensamentos e seu caderninho de anotações. Até que um dia chega alguém na sua cela. Um garoto. Por que ela acha que o conhece de algum lugar? E como lidar com o fato de que ele não pode tocá-la, já que pelo contrário poderia ser letal?

A primeira coisa que me chamou atenção e o fato que eu mais gostei de todo o livro foi: a forma de escrita da autora. Sim, ela risca palavras, o que realmente não é comum. Repete-as sem se importar com a ausência de vírgulas, dando intensidade ao que quer passar. Para alguns pode ser irritante, mas pra mim foi uma forma de realmente demonstrar os sentimentos da personagem, e fez com que eu me colocasse no lugar dela, a entendesse, e tentasse sentir como se fosse eu que estivesse vivendo a história. Imagino como deve ter sido difícil para uma criança ser rejeitada até mesmo pelos próprios pais, e depois de crescida, ter que aguentar alguém lhe falando que você é um monstro e que você nasceu assim. Que o seu destino é ser ruim.

Na capa, há um comentário de Lauren Oliver em que há uma palavra: sensual. E realmente, esse livro é sensual. Até demais. Há um necessidade animalesca dos personagens por toques, beijos, e apesar do contexto da história, continua tendo (para mim), uma carga... erótica? Talvez não com essa palavra, mas sensual. Isso. Quem acompanha minhas resenhas há algum tempo, deve saber qual a minha opinião: eu não concordo com a 'falta de controle' apresentada em alguns livros por parte dos personagens. Às vezes dá pra deixar passar, mas nesse caso, foi muito salientada pra que fosse deixada de lado.

A história em geral tem sim umas semelhanças com X Men, algo que de alguma forma me incomoda. Não sei, talvez algumas pessoas nem tenham lembrado disso, mas por referências anteriores de outros blogueiros, foi meio difícil que eu não me recordasse.

Em uma análise geral, posso dizer que gostei do livro. Me provocou expressões de surpresa, e estou esperando pela continuação! Espero que tenham gostado da resenha.

Informações sobre o livro:
Título: Estilhaça-Me
Autor: Tahereh Mafi
Editora: Novo Conceito
Páginas: 304
Adaptações cinematográficas: Direitos vendidos para Fox.







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