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[Resenha] Claro que te amo! - Tammy Luciano


Avaliação: 2.5/5
Piera tem certeza: está cometendo a maior loucura da sua vida ao assistir, escondida, ao casamento de seu ex-noivo. Depois de seis anos de relacionamento, entrar de penetra na comemoração foi tudo que André deixou para ela. E olhar a cena não a faz feliz, mas encerra uma fase de sua vida. Hora de recomeçar. Mas como recomeçar se seu coração está cheio de dor? Envolver-se com a história de Piera é como descobrir que sempre há um lado muito bom a ser revelado… Mesmo que tudo pareça tão difícil.
Este livro é uma cortesia da Editora Novo Conceito.

"Claro que te amo!" vai contar a estória de Piera, uma jovem brasileira que após namorar durante 6 anos com o aparente amor da sua vida, termina por culpa de uma traição e demora a sair de dentro do poço. Como se não fosse o bastante, sua mãe desaparecida a vida inteira resolve aparecer, provocando confusão e muitas incertezas. Mas mesmo o lado ruim, pode trazer um lado bom...

Gente, o que dizer de um livro médio? "Claro que te amo!" foi um livro bem mais ou menos. Uma estória de amor nunca é demais, mas o que aconteceu foi que eu não me encantei nem um pouco por essa. Comum e muitas vezes forçada, a relação entre Piera e o que aparece na sua vida não me emocionou, apesar de não conseguir abandonar o livro. 

As conversas de Piera e suas amigas, que deveriam ser divertidas, para mim não tiveram muito valor. Devo dizer que a parte que mais merece atenção é a relação familiar da protagonista: ter que conviver com a realidade de uma mãe que a abandonou e agora retorna: o que sentir? O que fazer? Perdoar? E, claro, a relação dela com seu pai, um amor e uma cumplicidade que ultrapassa todas as barreiras - podem crer, todas as imagináveis.

Bem, acho que não foi bem minha praia. Quero ler Garota Replay para ter uma noção mais clara da escrita da autora, e acho que o outro livro seria mais meu tipo. Até!

Informações sobre o livro
Título: Claro que te amo!
Título original: Claro que te amo!
Autora: Tammy Luciano
Editora: Novo Conceito
Páginas: 320
Comprar: Cultura ♥ Fnac ♥ Submarino
Adaptações cinematográficas: -






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[Resenha] Rosa dos Ventos - Marcus Nery


Avaliação: 1/5
Vítima de uma armação desleal e maquiavélica da Máfia Italiana, Celine Silva é acusada de assassinar os próprios pais e sentenciada à prisão perpétua. Após ser presa, sofrer os mais humilhantes abusos na cadeia, carregar a morte de duas pessoas na mente, ela descobre toda a verdade que a levou pagar pelo crime que não cometeu com a ajuda do advogado de sua família, Carlton Rubens. Sem alternativas que não seja sair da prisão, Celine planeja destruir seus inimigos com um plano traçado com extrema argúcia, capaz até mesmo de assolar o poderoso submundo da Máfia Italiana, julgado por muitos como praticamente indestrutível. 
Rosa dos Ventos apareceu por acaso na minha casa. Minha irmã conseguiu com a amiga dela, e eu não pude deixar de ler. Acredito que não tinha muitas expectativas para o livro. Ainda bem, porque se o livro já não foi bom quando se começa sem muita euforia, imagina se esperasse muito dele. 

Carlos e Helena Silva são um casal passando por dificuldades. Após muita luta, tentar atravessar a fronteira norte-americana com o México, serem presos, sofrerem, eles conseguem crescer na vida. Têm uma filha chamada Celine, nome dado por experiências passadas da vida de seu pai, e sempre a mimaram, o que levou à Celine ser uma criança gordinha de tanto comer. Claro que não poderia deixar de fora os doces da empresa milionária de seus pais: D&C Inc, que com seu grande poder atraiu o olhar da Máfia. E ela não ficou nada contente com a resposta pra esse olhar.

Marcus Nery é um autor nacional. Independentemente disso, a sensação que se tem ao ler o livro é que ele foi o primeiro do autor, que ele é inexperiente e que não deve ter prestado muita atenção. Li a mesma expressão "o pão que o diabo amassou" umas quatro vezes, o que deu um ar repetitivo, o que se apresenta também em outras partes do livro. Os diálogos dos personagens eram estranhos, óbvios, coisas que ninguém diria como um ser-humano normal. Tipo, você está sozinho em um canto e fala que agora você mudou pra uma pessoa diferente pra si mesmo. Quem faz isso?

Quanto a história em si, acho que o enredo foi meio fraco, sem falar que para um final como aquele, deveria haver uma lição de moral nos atos de uma das personagens. Como quando uma pessoa tem muita inveja e acha que está certa, e no final não recebe uma lição que a faz perceber que estava errada, mesmo quando todos sabemos que a inveja não é uma coisa boa.

Às vezes eu sentia que tinham personagens demais, e mesmo que eles fossem necessários, eram parágrafos e parágrafos descrevendo personagens secundários. Haviam partes imorais durante a leitura, o que pode tornar o livro inadequado. 

E quanto à alguns acontecimentos da história, coisas que provavelmente não aconteceriam na vida real, mas que aconteceram no livro sem uma explicação lógica, que nos faça pensar: "ah, nessas circunstâncias, até que poderia ser". Que tipo de país deixa uma pessoa provocar a morte de outras mesmo que indiretamente e não faz nada?!

Concluindo, achei o livro amador. A resolução dos problemas de Celine pode até ter sido bem construída, bem montada, detalhada, mas incoerente com a vida real. Não sei se o autor tem mais algum livro, mas esse primeiro que li dele teve partes pesadas, explícitas, o que me leva a pensar se outros livros dele, mesmo que de assuntos diferentes, poderiam ter o mesmo elemento presente.

Informações sobre o livro
Título: Rosa dos Ventos
Autor: Marcus Nery
Editora: Novo Século
Páginas: 376
Skoob
Preço: Cultura - Estante Virtual 


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[Resenha] A Droga do Amor - Pedro Bandeira

Oi, gente. Tudo bem com vocês? Eu estava fazendo resenhas de "As Crônicas de Nárnia", mas parei em "A Cadeira de Prata". É um livro meio complicado pra ler, é muito grosso. Eu já li anteriormente (exceto "Como escrever para crianças", que o C.S.Lewis põe atrás), então não tem tanto problema assim abandonar, mas eu ainda não gosto de abandonar livros, porque aquele tempo todo anteriormente foi meio que "perdido".

Eu vou estar viajando dos dias 9 à 18 de maio, então provavelmente não vou postar aqui no blog. Espero que me desculpem! E agora eu trago outra resenha pra vocês.


Avaliação: 4/5
Dr. Q.I desaparece sem deixar vestígios, enquanto o assunto do momento é a "Droga do amor", uma descoberta muito útil de cientistas estrangeiros que poderá ser a cura para a praga do século.
Depois de Miguel, Calu e Crânio brigarem, é posto um fim no grupo dos Karas. Magrí está nos Estados Unidos, mas volta para o Brasil e ela e Chumbinho tem que bolar um plano para reuni-los novamente. Ao invés de um triângulo amoroso, temos um quadrado amoroso. E Magrí é o centro dele.

A "praga do século" necessitava de uma cura, e corre a notícia de que ela foi conseguida: o doutor Bartholomew Flanagan, afinal, "descobriu" a cura, chamada "droga do amor". Flanagan e Hector Morales vêm ao Brasil, mas ele é sequestrado, assim como as amostras do tal remédio. Para completar, o sequestro de Chumbinho. E doutor Q.I desapareceu da cadeia. A professora de Magrí foi baleada. E agora?

O livro se trata de um mistério, em que os Karas acabaram, mas Magrí e Chumbinho vão dar um jeito pra que se reúnam de novo. Enquanto isso, Bartholomew foi sequestrado, e eles tem que tentar descobrir onde ele está.

É um livro que o mistério de saber o que aconteceu vai até o final, e você vê como foi solucionado. Uma pessoa era o que à eles não parecia ser, os mínimos detalhes como uma assinatura podem levar à resolução do caso, assim como uma frase.

"A Droga do Amor" deve ser um dos melhores livros da série dos Karas, e acho que maioria que ler vai gostar bastante. Até o final não sabemos bem qual é a tal "praga do século", bem, nós realmente não temos isso revelado, mas se você for deduzindo, quem sabe chegue ao resultado mais provável.

Quem ler o livro pode ver que a resenha não está totalmente verdadeira, mas é que não pode soltar spoiler grandão, né, gente? Acho que vocês podem entender esse "totalmente verdadeira" quando lerem. 

Espero que tenham gostado!

Informações sobre o livro
Título: A Droga do Amor
Autor: Pedro Bandeira
Editora: Moderna
Páginas: 175
Preço: Cultura - Saraiva



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[Resenha] Anjo da Morte - Pedro Bandeira

Oi, leitores :) Como vão vocês? Lendo o que? Chegando aqui com outra resenha.


O professor de teatro de Calú, o ator dos Karas, é assassinado pouco antes da estréia de sua nova peça. A única pista é um ameaçador folheto neonazista. Surge um novo caso para os Karas. O principal suspeito é um ex-oficial alemão, comandante de uma organização mundial que pretende somar o dinheiro e o poder dos criminosos com o tenebroso ideal. Grande aventura dos Karas, enfrentando os perigos de um grupo neonazista.

Há uns anos atrás, se não me recordo mal, eu li o primeiro livro da série "Os Karas", que se chama "A Droga da Obediência". Ano passado, eu acho, tive um paradidático que era "Pântano de Sangue", também da mesma série. Então, como eu pretendo terminar a série ou ler pelo menos os 5 livros (porque parece que tem outro), eu aluguei este na biblioteca da minha escola.

A equipe dos Karas se vê diante de outro problema. Calu, um dos integrantes, que também é ator, tem seu amigo e professor de teatro Solomon Friedman assassinado. Detalhe que no cesto de papéis que Solomon Friedman tinha em seu camarim, antes de ir representar no palco, estava um papel amarelo com ameaças e ofensas aos judeus. Então os Karas estão novamente com outro mistério a ser resolvido.

Estamos em uma situação em que Solomon Friedman, um húngaro judeu, sobrevivente de um dos campos de concentração da Segunda Guerra Mundial é morto. Os Karas vão em busca de resolver esse mistério, mas há a pista importante, que é justamente o passado desse professor e ator.

Eu li o livro rapidamente, e devo dizer que não me agradou tanto. Não vou falar que tinha muitas ou poucas expectativas. Li o livro, queria completar a coleção, e enquanto a minha trilogia de Jogos Vorazes não chega...

Uma coisa legal desse livro é que faltando cerca de10 páginas pra que ele termine, ou 10 páginas mesmo, acontece uma reviravolta. Você passa o livro inteiro pensando algo sobre alguém, e quando ele está quase terminando, você faz uma descoberta.

Por ser um livro com temática nazista, talvez no fundo no fundo eu esperasse que ia gostar mais desse. 

Se me perguntasse o por que que esse livro deve ser lido, eu diria que, primeiramente por ser uma obra nacional, meio que de "leitura obrigatória", e por envolver a temática nazista. Aqui alguns quotes que acho que seria legal que vocês observassem:

O nazismo aconteceu porque um grande demônio deu a outros demônios a oportunidade de fazer tudo que suas mentes sórdidas imaginavam. Eles mentiram e enganaram o povo alemão. Por causa deles, foi jogado uma nódoa sobre a História da Alemanha. Uma nódoa que o povo alemão não merece...
(...) É preciso ter amor. Esse monstro nunca amou ninguém! Monstros como este jamais gerariam um ser humano, pois eles próprios jamais foram humanos. Tudo o que ele fez foi tentar implantar o império do ódio nesta terra!
Louco? Louco nada! Um louco pode cometer uma violência, uma barbaridade em seus acessos de loucura. Mas não vive em acessos o tempo todo. Hitler não era louco. Acusá-lo de louco seria uma forma de desculpá-lo.
Espero que tenham gostado. Até mais, se Deus quiser ;) 


Informações sobre o livro:

Autor: Pedro Bandeira
Editora: Moderna
Páginas: 190
Preço: Saraiva - Cultura - Submarino

Avaliação:

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[Na inspiração...] Por que visitar bibliotecas?

Olá, leitores!
Como vão vocês? Minha leitura atual é "O Diário da Princesa". O que vocês estão achando do blog?

Bem, eu já vinha pensando nesse post, mas não sabia como aprofundá-lo e deixá-lo maior, mas como essa seção do blog é curta mesmo, vou escrever. Bem, o tema é: "Por que visitar bibliotecas públicas?"



Quando eu era menor, ia com minha colega Isabel (oi, Isabella hahaha) na biblioteca da minha escola, que nunca foi essas coisas todas, mas nós íamos lá alugar uns livros. Os livros de minha escola são antigos, muitos não tem nada a ver, mas na minha época (olha a gaiata, tem 14 anos e fala "minha época"), se não me recordo mal, haviam livros interessantes. Nós alugávamos livros do Marcos Rey, olhávamos as estantes, procurando títulos interessantes, e ainda comentando sobre as sinopses que líamos.

Nós, principalmente blogueiros (eu nem tanto, mas principalmente quem tem parceria) ou quem vai em livrarias tem uma noção de livros que estão na "moda", que serão lançados, que estão na lista de disponíveis das editoras, livros modernos e contemporâneos, não é? Sim, existem livros atuais bons, mas o que eu quero dizer é a sensação de estar numa biblioteca pública ou da escola (eu gosto das mais escuras, onde os livros ficam mais sombreados), passando os olhos pelas lombadas dos títulos, vendo títulos antigos, capas diferentes, sem todo aquele trabalho que as capas atuais tem, às vezes com desenhos, mas histórias. Histórias que já foram lidas antigamente, já passaram por outras mãos, já respiraram ao passar dos olhos de outra pessoa, que já estiveram na imaginação de alguém, que estão ali. Então você o pega na estante, lê a sinopse... É muito comum hoje em dia vermos histórias de amores, de vampiros, anjos, adaptações de contos antigos, adolescentes acanhadas que se apaixonam pelo bonitão da escola, mas os livros de biblioteca são diferentes. As histórias são diferentes, são títulos diferentes, mas tem algo ali diferente de livros contemporâneos. Sem falar que não precisamos pagar nada. Além de terem títulos nacionais. No mundo de hoje, é muito comum estarmos lendo livros de autores estrangeiros, mas que tal dar uma passadinha na literatura brasileira? E não precisa ser um Machado de Assis da vida. Pode ser um Pedro Bandeira, um Marcos Rey. Ah, Marcos Rey! Eu lembro de você! E a coleção Vaga-lume? Quem lembra?



E aquelas páginas amareladas, a fonte estilo Times ou Georgia, as capas meio gastas, nomes diferentes? Ficar rodeados de tantos títulos, tantas opções, passando os olhos por aqueles tons meio opacos, nas estantes, naquele lugar silencioso? Depois chegar com uns três livros na bibliotecária, ler, entregar, voltar, ler outros, voltar... É algo diferente de estar em uma livraria com um número de livros limitados pra comprar, porque livros ainda são caros. 

O que eu quero dizer é: por que ao invés de estar sempre na internet ou em uma livraria comprando livros e mais livros, você não dá também uma passadinha naquele biblioteca pública da nossa cidade e dá uma olhada nos títulos que estão lá presentes? Você pode acabar gostando. Editoras e livrarias, não me entendam mal, claro que todo mundo ainda quer sim dar uma passada na livraria e comprar um livro, mas só estou dando um sugestão.

Espero que tenham gostado do post. Não se esqueçam de comentar. Até mais!
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[Resenha] Eu sou Maria / Os doze trabalhos de Hércules - Sônia Rodrigues

A personagem principal é Maria, uma adolescente de 14 anos, moradora de uma favela do Rio de Janeiro, sem nenhum envolvimento com drogas ou crime. Uma jovem que se esforça para estudar, arranjar emprego, não usar drogas, no meio de tantos que se perdem. Ela vê a oportunidade de uma nova vida em um concurso de redação que oferece uma bolsa em um colégio de renome na capital e, posteriormente, os estudos de nível médio e faculdade. Mas precisará de muito esforço e coragem para vencer as dificuldades e atingir sua meta.
Esse livro faz parte da coleção "Reconstruir". A ideia deste conjunto de livros, pelo que percebi, é pegar histórias clássicas como "Os doze trabalhos de Hércules" e reconstruir de uma forma mais atual, mais real.


É um livro daquele tipo que numa capa você tem um livro, virando de cabeça pra baixo e colocando para o outro lado (como se fosse a capa de trás), você encontra uma nova história. Neste exemplar, as duas histórias são "Eu sou Maria" e "Os doze trabalhos de Hércules".


Maria é uma jovem que mora na favela, mas que nunca se envolveu com drogas nem nada do tipo. Uma das suas características é a raiva que ela consegue sentir de algumas pessoas, o que lembra a impulsividade do herói mitológico Hércules. Para atingir suas metas, Maria tem que vencer os desafios que podem se colocar na sua frente durante o percurso. Assim como Hércules, ambos tiveram dificuldades.


O livro é curto, tem uma história simples, e que fala de uma realidade presente no nosso país, dos jovens que se perdem e da perseverança que você tem que ter para não se deixar levar para o mal caminho. Na minha opinião, o final não é muito bom. Não é aquele livro interessante que todo mundo quer ler, tem um estilo bem paradidático. Quem aprecia histórias realistas pode gostar. A resenha ficou pequena porque realmente não tem muito o que falar.


Informações do livro: 


Autora: Sônia Rodrigues
Editora: Formato
Páginas: 125
Preço: R$29,90


Avaliação:



Fontes: O Livreiro

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