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[Adaptações] Clássicos brasileiros virando filmes

Oi, gente :)
Tô aqui com um novo post sobre Adaptações. Como ainda não terminei o livro (lerda eu, sim ou claro?) venho com esses posts pra vocês não ficarem no vácuo (apesar de vocês provavelmente seguirem outros blogs, mas enfim).

Você aí, já ouviu falar na coleção Vagalume? Alguns dos livros dessa coleção devem ser mais antigos que eu... Mas bem, eu venho aqui pra comunicar que alguns deles terão adaptação para o cinema!

O primeiro que vou falar é "Mistério do Cinco Estrelas", do autor Marcos Rey. Quem comprou os direitos foi a RT Features. O roteirista será o André Sirangelo, que já trabalhou na adaptação de Memory Wall, conto de Anthony Doerr.



O livro se passa no Emperor Park Hotel, um luxuoso hotel de São Paulo, e teve mais de 5 milhões de exemplares vendidos. Uma pessoa foi assassinada no quarto 222, e o único que viu o corpo foi Leo, um simples mensageiro. Ninguém acredita em suas histórias, e seus inimigos são poderosos.

O segundo é "Um Cadáver Ouve Rádio". Gino e Ângela, os amigos de Leo, e ele próprio, depois de resolverem o assassinato que aconteceu, começam a investigar um outro: o do sanfoneiro Boa-Vida, encontrado morto ao lado de um rádio. O livro de 1983, também do autor Marcos Rey, será gravado simultaneamente com OMDCE. Ambos terão o mesmo roteirista.



Espero que tenham gostado do post! Não se esqueçam de comentar!

Fonte: Omelete 
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[Na inspiração...] Por que visitar bibliotecas?

Olá, leitores!
Como vão vocês? Minha leitura atual é "O Diário da Princesa". O que vocês estão achando do blog?

Bem, eu já vinha pensando nesse post, mas não sabia como aprofundá-lo e deixá-lo maior, mas como essa seção do blog é curta mesmo, vou escrever. Bem, o tema é: "Por que visitar bibliotecas públicas?"



Quando eu era menor, ia com minha colega Isabel (oi, Isabella hahaha) na biblioteca da minha escola, que nunca foi essas coisas todas, mas nós íamos lá alugar uns livros. Os livros de minha escola são antigos, muitos não tem nada a ver, mas na minha época (olha a gaiata, tem 14 anos e fala "minha época"), se não me recordo mal, haviam livros interessantes. Nós alugávamos livros do Marcos Rey, olhávamos as estantes, procurando títulos interessantes, e ainda comentando sobre as sinopses que líamos.

Nós, principalmente blogueiros (eu nem tanto, mas principalmente quem tem parceria) ou quem vai em livrarias tem uma noção de livros que estão na "moda", que serão lançados, que estão na lista de disponíveis das editoras, livros modernos e contemporâneos, não é? Sim, existem livros atuais bons, mas o que eu quero dizer é a sensação de estar numa biblioteca pública ou da escola (eu gosto das mais escuras, onde os livros ficam mais sombreados), passando os olhos pelas lombadas dos títulos, vendo títulos antigos, capas diferentes, sem todo aquele trabalho que as capas atuais tem, às vezes com desenhos, mas histórias. Histórias que já foram lidas antigamente, já passaram por outras mãos, já respiraram ao passar dos olhos de outra pessoa, que já estiveram na imaginação de alguém, que estão ali. Então você o pega na estante, lê a sinopse... É muito comum hoje em dia vermos histórias de amores, de vampiros, anjos, adaptações de contos antigos, adolescentes acanhadas que se apaixonam pelo bonitão da escola, mas os livros de biblioteca são diferentes. As histórias são diferentes, são títulos diferentes, mas tem algo ali diferente de livros contemporâneos. Sem falar que não precisamos pagar nada. Além de terem títulos nacionais. No mundo de hoje, é muito comum estarmos lendo livros de autores estrangeiros, mas que tal dar uma passadinha na literatura brasileira? E não precisa ser um Machado de Assis da vida. Pode ser um Pedro Bandeira, um Marcos Rey. Ah, Marcos Rey! Eu lembro de você! E a coleção Vaga-lume? Quem lembra?



E aquelas páginas amareladas, a fonte estilo Times ou Georgia, as capas meio gastas, nomes diferentes? Ficar rodeados de tantos títulos, tantas opções, passando os olhos por aqueles tons meio opacos, nas estantes, naquele lugar silencioso? Depois chegar com uns três livros na bibliotecária, ler, entregar, voltar, ler outros, voltar... É algo diferente de estar em uma livraria com um número de livros limitados pra comprar, porque livros ainda são caros. 

O que eu quero dizer é: por que ao invés de estar sempre na internet ou em uma livraria comprando livros e mais livros, você não dá também uma passadinha naquele biblioteca pública da nossa cidade e dá uma olhada nos títulos que estão lá presentes? Você pode acabar gostando. Editoras e livrarias, não me entendam mal, claro que todo mundo ainda quer sim dar uma passada na livraria e comprar um livro, mas só estou dando um sugestão.

Espero que tenham gostado do post. Não se esqueçam de comentar. Até mais!
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[Dicas] Livros para todos os gostos #2

   Olá, pessoal. No "Livros para todos os gostos" damos dicas sobre livros dentro de cada gênero. Já havia feito um post desses com o gênero Fantasia, e hoje irei fazer um novo. Espero que gostem.

Romance policial

   O gênero romance policial se caracteriza pela presença de um crime, investigação e descoberta de quem o cometeu. Neste tipo de narrativa, o foco normalmente está em alguém que investiga o caso, normalmente um detetive, podendo ser amador. O romance policial clássico procura a mais completa verossimilhança. Não sei se vocês costumam ler esse gênero, leitores, mas pelo que me recordo de uma parte do meu passado, eu ia à biblioteca da minha escola e alugava livros de mistério/romance policial.
    Acredita-se que o romance policial teve suas origens em 1841 (bem pouquinho tempo, pra não dizer o contrário), com "The Murders in the Rue Morgue", ou seja, "O assassino está na Rua Morgue". Duas características bastante marcantes desse gênero são a solução do mistério estar presente desde o início, pra que o leitor caia na real e veja como não prestou atenção, e todas as pistas devem estar no livro, pra que na revelação, quem lê se sinta surpreso. 
   Existem "estilos" pra esse gênero: Noir (detetives humanizados, que brigam, bebem, etc), Thriller jurídico (que o detetive é um promotor, advogado, enfim, que não apenas investigam, mas também querem provar inocência de quem contrata seus serviços), Thriller médico (romances policias que têm médicos como os principais, que tentam solucionar doenças e epidemias, além de descobrirem o por que de uma morte através da ciência), e finalmente Espionagem, que envolvem normalmente investigação de grandes criminosos, mafiosos...  Uma das coisas negativas desse gênero é que ele pode ser bastante pesado, muito sanguinário, etc.

Mas vamos às dicas:



Muita gente já deve ter ouvido esse termo: Sherlock Holmes. Pois bem, meus caros, aqui está ele de novo.. Esse livro é o primeiro caso do sir. Holmes. O cadáver de um homem, nenhuma razão para o crime. É a primeira investigação de Sherlock Holmes, que fareja o assassino como um “cão de caça”. Lamentava-se de que “não há mais crimes nem criminosos nos nossos dias”, quando, nesse instante, recebe uma carta a pedir a sua ajuda — o cadáver de um homem foi encontrado numa casa desabitada, mas não há qualquer indício de roubo ou da natureza da morte. Sherlock Holmes não resiste ao apelo, mas sabe que o mérito irá sempre para a Polícia.

Título: Um Estudo Em Vermelho
Autor: Arthur Conan Doyle
Editora: Martin Claret
Páginas: 126
Preço: R$12,90 - Submarino.com



1983 é o ano desse livro de Marcos Rey, da Coleção Vaga-Lume. Quem tinha costume de ir em alguma biblioteca com livros antigos talvez já tenha lido. Eu não me lembro bem, mas penso ter recordações com alguns desses livros. Quem pode estar interessado no assassinato de um pobre sanfoneiro? Tudo o que se sabe é que ele era muito querido por todos... Mas Leo, Gino e Ângela - o simpático trio de detetives de Marcos Rey - já começaram suas investigações. O culpado que se cuide! Tudo pode acontecer em Um cadáver ouve rádio, um romance que está em sintonia com quem gosta de aventura e mistério.


Título: Um Cadáver Ouve Rádio
Autor: Marcos Rey
Editora: Ática
Páginas: 126
Preço: R$30,50 - Livraria Saraiva (mas podem tentar achar em uma biblioteca)




Mais um detetive em nossa lista. Dessa vez é Hercule Poirot, personagem da Agatha Christie, especialista em romance policial. O trem Expresso do Oriente estava surpreendentemente cheio, mas na manhã seguinte, tem um passageiro a menos. Um americano morto com 12 facadas achado no banheiro, que estava com a porta trancada por dentro. Pistas falsas são colocadas no caminho de Hercule Poirot para tentar mantê-lo fora de cena, mas, num dramático desenlace, ele apresenta não uma, mas duas soluções para o crime.


Título: Assassinato no Expresso do Oriente
Autora: Agatha Christie
Editora: Nova Fronteira
Páginas: 223
Preço: R$34,90 - Saraiva


Fontes: Skoob, Saraiva.com.br, Submarino.com, Wikipédia

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