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[Resenha] Perdidos na Tradução - Iuri Abreu


Avaliação: 3/5

Esse livro foi uma cortesia da Editora Belas Letras.
Um título de filme mal traduzido tem o poder de amaldiçoar um perfeito romance e de provocar gargalhadas em um típico dramalhão. Não é preciso muita intimidade com a língua inglesa para perceber que as traduções para o português de muitos títulos do cinema americano não são nem um pouco fieis ou coerentes com os originais. Este livro é uma seleção de pérolas divertidamente comentadas pelo professor e tradutor Iuri Abreu. Aqui você vai perceber que, com a ajuda de um tradutor metido a poeta, todo filme pode virar uma comédia.
Apaixonada por cinema ou não, a premissa desse livro me pareceu bastante divertida. Falar apenas dos erros grotescos que os tradutores cometem na tradução do título de um filme. E até nós conseguimos perceber: às vezes, no início do filme, o nome original aparece na tela, enquanto uma pessoa ou uma legenda informam o título original, e você comenta: "o que é que tem a ver?!".

O livro é dividido em partes: as traduções que até deram certo, as que ficaram terríveis, etc. Não há história: apenas a capa do filme, suas informações básicas, e um comentário do autor. Não tinha como ser diferente, mas acabou ficando enfadonho. Não via a hora de terminar, mas isso porque eu li direto, como se fosse um romance.

Tenho certeza que os apaixonados por filmes (ou por inglês, ou até mesmo os universitários que estudam sobre tradução, como o Rieri) gostarão muito mais do livro que eu, mas como não é uma área que eu tenha muito interesse (acho que nem um livro sobre tradução de títulos de livros me interessaria), realmente, não foi uma leitura favorita. Mas percebo como o livro foi bem executado e completo.

Mas nunca se sabe, não é? O que eu não gostei, você pode gostar. 

Informações sobre o livro:
Título: Perdidos na Tradução
Autor: Iuri Abreu
Editora: Belas Letras
Páginas: 288
Preço: Cultura - Saraiva - Leitura 
Adaptações cinematográficas: -


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[Resenha] Divergente - Veronica Roth



Avaliação: 5/5
Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.
Se você se considera leitor e nunca ouviu falar em Divergente, aviso que está na hora de começar a se desesperar. Essa distopia causou até mesmo com seu nome (que lembra 'detergente', de acordo com Bom Humor Literário). Já queria lê-lo há tempos e conhecer essa história que não passou uma semana sem ter uma resenha nova no painel do Blogger, e quando apareceu a oportunidade, aqui fui eu.

Beatrice mora em um mundo futurista, em que a sociedade se divide em cinco grupos principais: Abnegação, Erudição, Amizade, Audácia e Franqueza. Cada uma delas culpa os males do mundo de uma forma diferente. Ela e sua família são da Abnegação, uma facção altruísta e que sempre pensa nos outros antes dos próprios interesses. Por essa razão, eles estão à frente no governo. Sem egoísmo, não há como agirem de má fé para atingirem as próprias metas. 

Aos 16 anos, tem que se submeter a um teste de aptidão para escolher em qual das facções ela se encaixa. Não apenas ela, mas todos os jovens que atingiram essa idade recentemente. O mais comum é que você continue na mesma facção que nasceu, mas às vezes suas características podem apontar para uma outra facção. Mas quando no seu teste não dá nenhum resultado conclusivo, o que acontece?

Não vou mentir e dizer que o comecinho do livro é super emocionante. Uma realidade comum em início de séries ou até mesmo de sagas, não é mesmo? Devemos conhecer melhor a realidade que o livro trata pra realmente "pegarmos o ritmo". 

A trama foi muito bem desenvolvida, de forma que foi muito interessante descobrir sobre essa nova sociedade, pouco à pouco. A primeira leitura de um livro sempre vai ser única, porque tudo que acontece é uma surpresa, ao ponto de você estar lendo e escancarar a boca mesmo estando só. E Divergente é exatamente assim. Momentos rápidos, surpresas, lutas, e todas aquelas questões de distopias: o que tem por trás de tudo isso? Um livro realmente de início de série, que nos apresentou bem às questões que serão tratadas pela frente, e terminou com o clássico "quero mais"! Agora é esperar o lançamento de Insurgente (apressa aí, Rocco!). Apesar de ter 504 páginas, é super rápido de ser lido.

Não costumo prestar muita atenção nos personagens: se eles são chatos, irritantes, legais, bonitos, encantadores, então não tenho muito o que dizer sobre Tris e Quatro, mas o grande diferencial de Tris foi por ser uma garota forte, mesmo tendo apenas 16 anos (tipo Katniss) e Quatro ter começado como uma pessoa chata e depois virar o mocinho! O livro tem cenas tristes, relacionadas à família, sem falar em algumas cenas até mais violentas (não me importo muito com isso, mas achei importante ressaltar).

Ah, e quem compara Divergente à Jogos Vorazes: ambos são ótimos, e podem ter uma semelhança ou outra por serem distopias, mas ainda não achei nada de muito semelhante. Distopias estão na moda, ué.

Agora é esperar a continuação e também mais informaçõs sobre a adaptação cinematográfica do filme. Espero que tenham gostado da resenha!

Informações sobre o livro:
Título: Divergente
Autor: Veronica Roth
Editora: Roco
Páginas: 504
Adaptações cinematográficas: Divergente, em 2014, pela Summit Entertainment. O elenco principal é de Shailene Woodley como Beatrice (ou Tris) e Theo James como Quatro. Jeanine, líder da facção Erudição, será interpretada por Kate Winslet (de Titanic).










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[Resenha] A Viagem do Tigre - Colleen Houck

Essa resenha pode conter spoilers. Para ler as resenhas de A Maldição do Tigre e O Resgate do Tigre, clique nos links.

Avaliação: 3/5
Perigo. Desolação.  Escolhas. A eternidade é tempo demais para esperar pelo verdadeiro amor? Em sua terceira busca, a jovem Kelsey Hayes e seus tigres precisam vencer desafios incríveis propostos por cinco dragões míticos. O elemento comum é a água, e o cenário de mar aberto obriga Kelsey a enfrentar seus piores temores.Dessa vez, sua missão é encontrar o Colar de Pérolas Negras de Durga e tentar libertar seu amado Ren tanto da maldição do tigre quanto de sua repentina amnésia. No entanto o irmão dele, Kishan, tem outros planos, e os dois competem por sua afeição, além de afastarem aqueles que planejam frustrar seus objetivos. Em A viagem do Tigre, terceiro volume da série A Saga do Tigre, Kelsey, Ren e Kishan retomam a jornada emdireção ao seu verdadeiro destino numa história com muito suspense, criaturas encantadas, corações partidos e ação de primeira.
Kelsey já resolveu 2/4 da maldição de seus tigres, Ren e Kishan. Já procurou os presentes da deusa Durga, e agora seus amados príncipes já podem ficar 12 horas por dia na forma humana. Chegou a hora de enfrentar mais uma barreira para quebrar a maldição, mas dessa vez com um agente para complicar: Ren perdeu a memória. O amor da sua vida não se lembra mais dela. E agora? Esperar por Ren ou ficar com Kishan?

Acho que entendi. Finalmente entendi a história. Eu li os dois primeiros livros, mas não havia visto a história como um todo. Agora, em A Viagem do Tigre, eu consegui entender melhor o propósito dele, e por que eles faziam o que faziam. Por que se aventuravam para conseguir alguns objetos. Agora eu compreendi. Cada busca é um novo passo para quebrar a maldição, e durante esse passo, a relação do triângulo amoroso anda. Agora que entendi melhor a história, posso demonstrar minha opinião melhor. Acho que entendi um pouco tarde demais, mas vocês podem observar que minhas resenhas anteriores não se atenham tanto ao enredo. Pode parece ridículo, mas... é.

Kelsey, Ren, Kishan vão à procura de mais um presente de Durga com a ajuda de Sr. Kadam e Nilima: Um colar. Mas para achar esse colar, terão que enfrentar tempestades no mar, criaturas marinhas, e dragões. Nessa saga, a autora não se limita à mitologia híndi, mas também encontramos elementos da chinesa, como aconteceu neste livro. Enquanto isso, Kelsey tem que lidar com a dor de escolher entre Ren e Kishan: Ren não lembra dela, mas ela o ama ardentemente; Kishan a ama, mas o amor dela não é tão intenso quando comparado ao amor que sente por Ren. 

Minha opinião quanto esses livros se mostrou mais clara: eu não gosto tanto das partes de ação e aventura, e o fato de que a mitologia citada não me atrai muito não colabora pra que eu goste mais. Eu sou uma menininha, eu sei: eu quero saber como Kelsey vai terminar seu romance. Mas acho legal termos aventura, porque se não o livro ficaria muito irritante. Para muitos o triângulo amoroso é extremamente chato e repetitivo, mas eu confesso que já achei pior. O grande problema é que minhas opiniões, ao invés de ficarem totalmente do lado de Ren, começaram a se equilibrar: Ren ficou muito atirado, conquistador (o que não me agradou) e Kishan mostrou um lado doce e compreensivo com relação à Kelsey. Assim como o dela (mas bem menos, claro), nosso coração fica dividido. Mas ainda acho meio óbvio com quem ela vai ficar.

Tenho certeza que as pessoas que gostam de aventuras vão gostar desse ponto nessas histórias. Colleen consegue criar situações interessantes, com lutas, monstros, criaturas diferentes, o que acaba sendo uma ótima pedida pra quem gosta de histórias assim. Ela descreve sem tornar cansativo; até o que os personagens comem ela diz, mas de forma que não sirva como conversa jogada fora, e sim como complemento da história.

Olhando como um todo, até que eu gostei. Agora espero pela continuação, no mês que vem. Espero que tenham gostado da resenha!

Informações sobre o livro:
Título: A Viagem do Tigre
Autor: Colleen Houck
Editora: Arqueiro
Páginas: 496
Preço: Cultura ♥ Saraiva ♥ Leitura ♥ Estante Virtual ♥ Fnac
Adaptações cinematográficas: 

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[Novidades] Parceria com a Editora Novo Século


Apresentação
Consolidando-se no mercado editorial brasileiro através da publicação de obras de ficção e não-ficção, de autores nacionais e estrangeiros, a Editora Novo Século tem sua atenção voltada aos leitores que exigem a qualidade máxima no tratamento dos textos, projetos gráficos e impressão de seus livros. Objetivando promover ótimas experiências de leitura, com foco no entretenimento, no acesso à informação e na formação cultural de seus leitores, a Editora Novo Século oferece um catálogo rico e diversificado. Há 10 anos temos investidos em biografias empresariais e de personalidades. Nomes como Walt Disney, Frank Sinatra, Chapplin, Samuel Klein (Casas Bahia), Affonso Brandão Hennel (Semp Toshiba), Julio Simões (Grupo Julio Simões), Vicencio Paludo (Vipal Holding), entre outros, figuram entre nossas biografias lançadas. Em nosso catálogo constam grandes nomes da literatura mundial como: Rainer Maria Rilke, James Baldwin, Carson McCullers e Virginia Woolf, além de autores nacionais de grande projeção e outras obras de qualidade primorosa. Na linha de negócios, autores renomados internacionalmente e altamente reconhecidos figuram no catálogo da editora, fomentando o aprimoramento dos mais variados profissionais. O repertório ainda se estende à diversão leve e descompromissada, fundamental para acolher os jovens na cultura letrada. A Novo Século apresenta em seu acervo obras de romance, terror, fantasia e aventura, como também livros que foram adaptados para grandes produções do cinema. Ainda, dando continuidade à vocação que a acompanha desde sua fundação, a Editora dá a oportunidade a um número substancial de novos autores que desejam ingressar no mercado editorial. Estes se destacam pelas abordagens originais e pela qualidade intrínseca de suas obras.
Agora somos do Clube do Blogueir Oficial da Editora. Muito obrigada pela confiança! Esperamos que seja uma ótima parceria!

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[Resenha] Línguas de fogo - Karen Soarele

Aisling é uma jovem camponesa que vive numa área remota de Vulcannus, o reino mais poderoso de Myríade. Entretanto, um acontecimento vem para mudar completamente sua vida: seu melhor amigo, Dharon, é ferido em batalha enquanto tentava protegê-la, e a única chance que ela tem de salvá-lo é deixar para trás tudo o que conhece e atravessar a fronteira até o território inimigo, onde pode encontrar o antídoto para o veneno que o consome. Em sua jornada, Aisling se defrontará com diversos perigos, descobrirá que toda história possui mais de um ponto de vista e aprenderá que nas amizades verdadeiras está a força para seguir pelo caminho correto.
Recebi esse livro pelo Booktour do Ninhada Literária. Eu gosto bastante de fantasia, e tive a oportunidade de ler um livro do gênero de uma autora nacional. 

Línguas de Fogo conta a história de Aisling, uma menina que mora em Vulcannos, um reino de Myríade com pessoas que usam o poder do fogo. Um dia, uma salamandra de fogo invade o seu povoado e faz com que todos fujam. Sua avó mostra um lado que Aisling não conhecia, e ela é obrigada a fugir com seu amigo Dharon, que está sendo consumido pelo veneno da salamandra. Agora ela terá que ir para o norte para tentar salvar a vida dele.

Pontos positivos? A história foi bem construída e bem escrita pela autora, deixando brechas que claramente ainda serão respondidos nos próximos volumes da série.

Algo que eu não gostei foi o fato de Dharon estar com um "veneno mortal" em seu organismo, mas depois de um tempo, o cara já está lá carregando troncos de árvores. O livro tem apenas 216 páginas. Foi lido em duas madrugadas. Confesso que a história não me cativou muito. Talvez tenha sido meu próprio... desinteresse, talvez. Li rápido demais, e a história não me prendeu. Li pra acabar, poderia se dizer isso. A minha falta de interesse não significa que a história é ruim, como apontei os pontos positivos acima. 

Pra mim o livro pode não ter sido uma leitura tão boa, mas quem sabe pra você não seja? :) Não deixem de comentar suas impressões quanto à sinopse e a resenha.

Informações sobre o livro
Título: Línguas de Fogo
Autor: Karen Soarele
Editora: Cubo Mágico
Páginas: 216
Skoob
Preço: Saraiva 
Adaptações cinematográficas: -
Avaliação:

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[Resenha] A Irmandade das Calças Viajantes - Ann Brashares

Carmen, Tibby, Bridget e Lena são quatro amigas inseparáveis, que sempre passaram o tempo juntas. Mas esse verão será diferente. Será a primeira vez que elas irão ficar separadas. Lena irá para Grécia. Carmen, visitar seu pai. Bridget vai para um acampamento apenas para meninas no México. E Tibby ficará trabalhando na Wallman's, para sua tristeza. Então em um dia em um brechó, Carmen compra uma calça que misteriosamente deu nela e em todas suas amigas, o que para elas significou um sinal. Acreditando que ela é mágica, a calça seria o que iria ajudá-las a manterem-se unidas durante esse verão, mesmo que distantes fisicamente.
Acredito que a maioria de nós já ouviu falar em algo relacionado à "calças viajantes", mesmo sem saber direito sobre o que se tratavam. Quando o vi no Submarino por R$9,90, coloquei no carrinho um dia depois do BlackFriday e meu pai comprou para mim e minha irmã. Chegou enquanto eu estava viajando, e depois de terminar um livro, começar outro e terminá-lo também, migrei pra esse. 

A história fala sobre quatro amigas inseparáveis: Carmen, Tibby, Bridget e Lena. São personagens legais, e olha que é muito raro eu gostar de protagonistas meninas de livros adolescentes. A que eu menos gostei foi a Bridget, pelo jeito ousado demais dela, tanto no livro, quanto no filme. 

Carmen comprou uma calça que depois de uma conversa, todas experimentaram, e surpreendentemente, coube em todas elas. Interpretando como um sinal, formam a Irmandade com suas regras e resolvem compartilhar a calça durante o primeiro verão que passariam separadas. Então a aventura começa: cada uma em um canto diferente vai ter direito a um tempo com a calça. Sendo bem sincera, as calças não fizeram muita diferença na história, não percebi. O livro em si não tem nada de extraordinário, mas foi uma experiência muito legal acompanhar a vida de cada uma delas durante esse período de tempo, passando por situações diferentes, desde romance até complicações familiares. Elas são apenas meninas comuns como eu ou você (para as meninas, é claro).

Espero conseguir ler os próximos volumes logo e acompanhar mais da vida dessas quatro meninas.
Estava triste em relação ao que tinha acontecido com Kostos. E, em algum ponto, além disso, estava triste porque pessoas como Bee e Kostos, que tinham perdido tudo, ainda se viam abertas para o amor, enquanto ela, que nada perdera, fechava-se.
Página 234

Informações sobre o livro
Título: A Irmandade das Calças Viajantes
Editora: Ann Brashares
Páginas: 311
Série: A Irmandade das Calças Viajantes
1. A Irmandade das Calças Viajantes
2. O Segundo Verão da Irmandade
3. Meninas de Calças
4. Para Sempre de Azul
Adaptações cinematográficas: "Quatro amigas e um jeans viajante", de 2005, realizado pela Warner Bros Pictures. Estrelado por Alexis Bledel, America Ferrera, Amber Tamblyn e Blake Lively.



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[Novidades] Primeiras parcerias do blog!

Olá, leitores! Como estão vocês? Bem, a Carol e eu já temos um motivo de comemoração! Nosso blog conseguiu suas primeiras parcerias com editoras: Editora Arqueiro e Editora Sextante! Estava olhando o email do blog quando vi um email, de uma moça da editora Sextante, pois eu já havia mandado anteriormente um email para a Arqueiro solicitando parceria. Bem, responderam o email, e a resposta foi positiva! Agora um pouco sobre elas:



     Geraldo Jordão Pereira (1938-2008) começou sua carreira aos 17 anos, quando foi trabalhar com seu pai, o célebre editor José Olympio, publicando obras marcantes como "O menino do dedo verde", de Maurice Druon, e "Minha vida", de Charles Chaplin.
     Em 1976, fundou a Editora Salamandra com propósito de formar uma nova geração de leitores e acabou criando um dos catálogos infantis mais premiados do Brasil. Em 1992, fugindo de sua linha editorial, lançou Muitas vidas, muitos mestres, de Brian Weiss, livro que deu origem à Editora Sextante. 
      Fã de histórias de suspense, Geraldo descobriu O Código da Vinci antes mesmo de ele ser lançado nos Estados Unidos. A aposta em ficção, que não era o foco da Sextante, foi certeira: o título se transformou em um dos maiores fenômenos editoriais de todos os tempos. 
      Mas não foi só aos livros que se dedicou. Com seu desejo de ajudar o próximo, Geraldo desenvolveu diversos projetos sociais que se tornaram sua grande paixão. Com a missão de publicar histórias empolgantes, tornar os livros cada vez mais acessíveis e despertar o amor pela leitura, a Editora Arqueiro é uma homenagem a esta figura extraordinária, capaz de enxergar mais além, mirar nas coisas verdadeiramente importantes e não perder o idealismo e a esperança diante dos contratempos da vida.

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