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[Resenha] Insurgente - Veronica Roth

Este livro pode conter spoilers de Divergente, primeiro livro da trilogia de Veronica Roth. Leia a resenha dele aqui.


Avaliação: 5/5
Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor. 
E se você pensava que sabia o que tinha por trás dessa distopia, se engana mais uma vez. Veronica Roth tem que fazer história com a segunda melhor trilogia distópica (depois de Jogos Vorazes, claro).

Tris agora está se refugiando com Quatro e outros membros da Abnegação, fugindo dos ataques da Erudição e dos seus planos malignos. Passam pela Amizade, Franqueza, e até mesmo por um grupo bem diferente de pessoas, tentando bolar o que vai acontecer. Fica decidido que haverá um ataque, mas Marcus, pai de Tobias, mostra que, talvez, não seja a melhor ideia. Mas por quê? Bem, você já se perguntou por que existem portões que separam a cidade? Como surgiram as facções?

Sabe aqueles livros que são ótimos, e basta dizer isso? Que você não precisa falar muito sobre seus aspectos, porque... como dizer? O livro não te decepciona? Você acha que Divergente é bom, até que chega Insurgente sendo melhor ainda. 

Romance, ação, surpresas. Narrativa fluida e com descrições na medida certa, o segundo livro da trilogia Divergente não decepciona em nenhum aspecto. Gente, eu realmente não sei mais o que falar! Vocês têm que ler esses livros, e pronto. Sério.

Informações sobre o livro:
Título: Insurgente
Autor: Veronica Roth
Editora: Rocco
Páginas: 512
Preço: Cultura ♥ Saraiva ♥ Submarino ♥ Fnac




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[Resenha] Divergente - Veronica Roth



Avaliação: 5/5
Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.
Se você se considera leitor e nunca ouviu falar em Divergente, aviso que está na hora de começar a se desesperar. Essa distopia causou até mesmo com seu nome (que lembra 'detergente', de acordo com Bom Humor Literário). Já queria lê-lo há tempos e conhecer essa história que não passou uma semana sem ter uma resenha nova no painel do Blogger, e quando apareceu a oportunidade, aqui fui eu.

Beatrice mora em um mundo futurista, em que a sociedade se divide em cinco grupos principais: Abnegação, Erudição, Amizade, Audácia e Franqueza. Cada uma delas culpa os males do mundo de uma forma diferente. Ela e sua família são da Abnegação, uma facção altruísta e que sempre pensa nos outros antes dos próprios interesses. Por essa razão, eles estão à frente no governo. Sem egoísmo, não há como agirem de má fé para atingirem as próprias metas. 

Aos 16 anos, tem que se submeter a um teste de aptidão para escolher em qual das facções ela se encaixa. Não apenas ela, mas todos os jovens que atingiram essa idade recentemente. O mais comum é que você continue na mesma facção que nasceu, mas às vezes suas características podem apontar para uma outra facção. Mas quando no seu teste não dá nenhum resultado conclusivo, o que acontece?

Não vou mentir e dizer que o comecinho do livro é super emocionante. Uma realidade comum em início de séries ou até mesmo de sagas, não é mesmo? Devemos conhecer melhor a realidade que o livro trata pra realmente "pegarmos o ritmo". 

A trama foi muito bem desenvolvida, de forma que foi muito interessante descobrir sobre essa nova sociedade, pouco à pouco. A primeira leitura de um livro sempre vai ser única, porque tudo que acontece é uma surpresa, ao ponto de você estar lendo e escancarar a boca mesmo estando só. E Divergente é exatamente assim. Momentos rápidos, surpresas, lutas, e todas aquelas questões de distopias: o que tem por trás de tudo isso? Um livro realmente de início de série, que nos apresentou bem às questões que serão tratadas pela frente, e terminou com o clássico "quero mais"! Agora é esperar o lançamento de Insurgente (apressa aí, Rocco!). Apesar de ter 504 páginas, é super rápido de ser lido.

Não costumo prestar muita atenção nos personagens: se eles são chatos, irritantes, legais, bonitos, encantadores, então não tenho muito o que dizer sobre Tris e Quatro, mas o grande diferencial de Tris foi por ser uma garota forte, mesmo tendo apenas 16 anos (tipo Katniss) e Quatro ter começado como uma pessoa chata e depois virar o mocinho! O livro tem cenas tristes, relacionadas à família, sem falar em algumas cenas até mais violentas (não me importo muito com isso, mas achei importante ressaltar).

Ah, e quem compara Divergente à Jogos Vorazes: ambos são ótimos, e podem ter uma semelhança ou outra por serem distopias, mas ainda não achei nada de muito semelhante. Distopias estão na moda, ué.

Agora é esperar a continuação e também mais informaçõs sobre a adaptação cinematográfica do filme. Espero que tenham gostado da resenha!

Informações sobre o livro:
Título: Divergente
Autor: Veronica Roth
Editora: Roco
Páginas: 504
Adaptações cinematográficas: Divergente, em 2014, pela Summit Entertainment. O elenco principal é de Shailene Woodley como Beatrice (ou Tris) e Theo James como Quatro. Jeanine, líder da facção Erudição, será interpretada por Kate Winslet (de Titanic).










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[Adaptações] Shailene Woodley interpretará Hazel Grace

E saiu! Um dos livros mais badalados de uns tempos pra cá é "A Culpa é das Estrelas", de John Green. Que ia ter uma adaptação acredito que todos já sabiam, mas a novidade é que a atriz principal foi escolhida: Shailene Woodley, como Hazel Grace. A atriz é mais conhecida pela série do ABC Family, The Secret Life of The American Teenager. Também interpretará Tris, na adaptação de Divergente, distopia de Veronica Roth.



Não conheço o trabalho da atriz, mas deve ser boa. Afinal, além desses dois filmes, ela também foi chamada pra interpretar a Mary Jane em The Amazing Spider-Man 2. Que ela faça jus aos papéis que foi chamada, hein?

O que vocês acharam?



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