Mostrando postagens com marcador 2013. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 2013. Mostrar todas as postagens

Retrospectiva 2013: Entretenimento

Ok, a primeira parte da retrospectiva vocês já viram: sobre o mundo literário, que é basicamente só sobre o que falo aqui no blog! Porém, pretendo mudar umas coisas no ano que vem, se Deus quiser, e hoje vou falar sobre filmes, séries, músicas, mundo, de tudo um pouco, mas que foram especiais de 2013.

Um pequeno vício


Eu sei que tem gente que ama ler, mas simplesmente não tem paciência de ver filmes! Eu, felizmente, não sou assim! Gosto muito de ver um bom filme. Agora nesse fim de ano nós assinamos Netflix, então sempre que me dá vontade ou aparece um bom filme pra ver, eu vou lá ou vejo online mesmo (como antes, em sites), porque nem tudo tem no Netflix! Se o negócio ficar brabo, vai pelo Netflix americano mesmo! (sim, tem aplicativo pra tudo, até pra invadir sites estrangeiros, rs)

Eu posso me nortear assim: "agora tô com vontade de ver comédia", "agora tô com vontade de ver drama", etc, aí vou passando os olhos sobre os filmes escolhendo. Ultimamente eu não tô com tanta paciência, e via filmes quase todos os dias bem no comecinho das férias. Mas quero voltar a assistir antes das aulas voltarem! Na realidade, fiz uma meta de "por assistir" nas férias, haha Então, vamos falar de alguns deles que eu gostei muito. Não coloquei classificação pois todos são 5 estrelas! Os que têm o ♥ viraram favoritos. Eles não estão em ordem de preferência, e sim "dos que vi primeiro" para os últimos.

A Hospedeira (The Host)

Foi um dos primeiros livros do ano, se não o primeiro, e curti muito. Um tempinho depois, o filme estava nos cinemas e fui assistir. Foi muito fiel, mas foi um dos maiores fracassos de bilheteria do ano, segundo o Adoro Cinema. É uma pena. Tomara que a Stephenie escreva logo a continuação e que saia o filme também! Como eu disse no vídeo sobre os livros, não se deixem levar pelo preconceito que talvez vocês tenham contra Crepúsculo. Nunca li, nem pretendo, mas A Hospedeira foi um livro muito legal, assim como o filme. Tem ação, romance, e é tipo uma ficção científica.  

Diretor: Andrew Niccol
Elenco principal: Saoirse Ronan, Max Irons e Jake Abel
Baseado no livro A Hospedeira de Stephenie Meyer


Os Miseráveis (Les Miserables)

Que filme. Que filme. Entrou nos favoritos, com certeza. É um dos maiores clássicos da literatura mundial, e disso muita gente sabe, mas agora é um dos meus filmes favoritos e isso é muito importante, rs. É

emocionante, tem aquele ar revolucionário e de unidade, de gente cantando junto, e sim, é todo cantado ao vivo. Os atores estavam cantando durante a filmagem das cenas. Teve oito indicações ao Oscar e rendeu à Anne Hathaway o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. 
Diretor: Tom Hooper
Elenco principal: Hugh Jackman, Russell Crowe, Anne Hathaway, Amanda Seyfried e Aaron Tveit
Trailer
Baseado no livro Les Miserábles de Victor Hugo

Vivendo na Eternidade (Tuck Everlasting)

Já tinha alugado este filme, mas ele tava todo arranhado e não consegui vê-lo inteiro. Então assisti pelo Netflix. É uma história curta, e simples, mas que ensina muito sobre o tempo. A atriz vocês devem conhecer de Gilmore Girls (Alexis Bledel), e o ator principal é muito lindo (Jonathan Jackson).
"Não tema a morte. Tema a vida que está por vir. Você não tem que viver para sempre. Só tem que viver."
Diretor: Jay Russell
Elenco principal: Alexis Bledel e Jonathan Jackson
Baseado no livro Tuck Everlasting de Natalie Babbitt

Em Chamas (Catching Fire)

Épico, poderíamos descrever assim. A adaptação do segundo livro da trilogia de Suzanne Collins superou a do primeiro. Fiel, emocionante, breath-taking. Marcou o ano, com certeza, e tenho orgulho de dizer que contribuí para esse sucesso de bilheteria. Mal vejo a hora de A Esperança - Parte 1! 

Diretor: Francis Lawrence
Elenco principal: Jennifer Lawrence, Josh Hutcherson, Liam Hermsworth, Donald Sutherland, Elizabeth Banks
Baseado no livro Em Chamas de Suzanne Collins


O Fantasma da Ópera no Royal Albert Hall (The Phantom of The Opera at the Royal Albert Hall)

Esse filme não veio para cá por causa da história, porque eu já gostava de POTO (The Phantom of The Opera), mas pelo espetáculo em si. É o filme de uma apresentação ao vivo devido aos 25 anos do musical criado por Andrew Lloyd Webber baseado no livro. É estrelado por Sierra Boggess, considerada por alguns uma das melhores Christines Daae da História, assim como Ramin Karimloo, também aclamado como o Phantom. É tudo incrível, e as músicas são lindas, já na minha playlist quando dá vontade. Curto musicais, como podem ver, mas agora tenho mais interesse, inclusive por saber quem está atuando, cantando, produzindo também. Dependendo do musical, claro. Tem alguma sugestão? Good news: essa versão tem no Netflix! E no fim tem Sarah Brightman e antigos Phantoms cantando. É tudo lindo!
Diretores: Laurence Connor e Nick Morris
Elenco principal: Sierra Bogess, Ramin Karimloo, Hadley Fraser
Musical de Andrew Lloyd Webber baseado no livro de Gaston Leroux


De episódio em episódio

Esse ano eu finalmente "me entreguei", pelo menos em parte, ao mundo das séries. Atualmente, quase todo mundo as assiste, várias de uma vez, mas eu não cheguei a esse ponto. Precisa de paciência, e eu não consigo evitar ficar esperando que o episódio termine logo. Diferente de um filme, ver uma série precisa de um comprometimento. E essas são as que eu vejo e marcaram meu ano:

Once Upon a Time


Uma apaixonada por fantasia e contos de fadas como eu (que precisa ser mais dedicada no quesito 'leitura' dos mesmos) não podia deixar de assistir essa série. Os personagens como Branca de Neve, Príncipe Encantado, Grilo Falante e muitos - muitos mesmo - outros são mandados para uma cidade chamada Storybrooke, onde eles não se lembram de quem são devido a uma maldição. Mas Emma, a Salvadora, foi mandada para o mundo real antes que a maldição se concretizasse, e só ela pode resolver a situação. É aí que começa. E tem muito por vir, afinal, estamos na terceira temporada! Tem muitos ensinamentos, e só peca nos efeitos especiais. Agora está em hiatus, então corre pra ficar em dia! No Brasil, passa na Sony.

Switched at Birth


Daphne e Bay são adolescentes normais, exceto pelo fato de terem sido trocadas ao nascer. Após descobrirem este fato, têm que dar um jeito de voltarem a viver suas vidas, mesmo sabendo que agora têm duas famílias. Vai mostrar situações que podem atingir os adolescentes em geral, e apesar de ter umas coisinhas que não concordo, ainda é divertido. Mas, infelizmente, está em hiatus! No Brasil, também passa na Sony. Ele tem a conhecidíssima Vanessa Marano - você com certeza conhece o rosto dela, só não sabe de onde -, Lucas Grabeel - OI, RYAN! -, Katie Leclerc, e tantos outros.

Ouvindo
Meu gosto musical sempre foi internacional. Nunca curti música nacional, simplesmente. E isso ainda não mudou. E, sendo assim, gosto de música pop pra desestressar, mas músicas com letras bem trabalhadas e profundas, além de lindos arranjos - orquestrados, por favor. Então, aqui estão uns "elementos" que marcaram este 2013:

Conheci a Gabrielle Aplin pela Giu Fernandes e indiretamente pela Gabi, do Livros e Vagalumes. A primeira música que eu ouvi já me fez curtir. Ela começou gravando vídeos pra internet com covers e composições originais, e agora já foi cantar até no Japão. Com uma pegava folk e indie (gente, não entendo disso, vi na internet), ela tem uma voz doce e melodiosa, além de ser uma ótima compositora e pra quem ama a Inglaterra: é britânica. Não sai das minhas playlists, agora! Minhas músicas preferidas são Salvation, Evaporate, Home e Alive



Outra que eu vim escutar mais esse ano foi a Taylor Swift. De uma loira com voz enjoada, passou pra umas das minhas cantores favoritas. Ela é ótima compositora, inovadora, ganhadora compulsiva de Grammys sem falar de ser um doce e muito linda. O cd Red dela está incrível, e ela já vem preparando mais. No momento, curto mais do que vejo sentido real nas letras dela, mas acho que quando me apaixonar, isso não será mais uma realidade, rs. Minhas músicas preferidas são Sparks Fly e Red.



E etc

Agora sem uma categoria específica, vou falar de mais coisinhas sobre 2013. 

Este ano, descobri por meio do Rieri a rede social Orangotag. É muito legal para assistidores de séries, porque você tem um controle muito bom dos episódios e das séries que você assiste. Outra muito massa é o Filmow. É como um Skoob, mas agora estamos falando de filmes. Tem críticas, classificações, informações gerais sobre o filme, e é ótimo pr'aqueles momentos em que você pensa: "Que filme eu vejo?" mas não lembra de nenhum, e já tá com o atendente da locadora no telefone. Não larguei do Twitter nem do Facebook, apesar de que quando se está no Brasil, você vê que o Face vira um mar de compartilhamentos irritantes. Ah, sem esquecer do Skoob, meu fiel companheiro. 

Em 2013 eu também reforcei meu gosto pelos livros da Jane e ela em geral, e vi uma websérie chamada The Lizzie Bennet Diaries. Ela estava sendo legendada, mas não sei agora. Enfim, é uma série, mas no YouTube e de capítulos curtos, que mostra uma adaptação de Orgulho e Preconceito, que deve ser o livro mais famoso da autora. Ainda no âmbito do YouTube, conheci agora em novembro uma família super simpática: os SacconeJolys. Todos os dias eles postam um vídeo novo, do seu dia a dia. Pode parecer idiota ver a vida de outras pessoas, mas a filha deles é tão fofa e eles são tão legais! Como eles tem muitos vídeos, fica quase impossível ver tudo desde o início, então você pode começar dos mais recentes. Ah, é tudo em inglês, e apesar de viverem na Irlanda, eles meio que criaram um sotaque próprio e que eu achei meio complicado, mas com fone de ouvido, atenção e as imagens, dá para desenrolar! Outra pessoa que eu achei massa foi o Pe. Paulo Ricardo, um verdadeiro doutor da Igreja, que grava vídeos esclarendo várias dúvidas! Super recomendo!

Meus perfis (deixem um recadinho antes!)

Gente, eu sei que o post foi enorme, mas um ano tem 365 dias, né?! Espero que vocês tenham gostado. Não deixem de comentar! Que o ano de vocês tenha sido bom, e que 2014 seja melhor ainda! Deus os abençoe, e que vocês nunca esqueçam Dele e de agradecer por mais um ano! Até a próxima!

Continue lendo

[Resenha] Extraordinário - R.J.Palacio


Avaliação: 5/5

August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso ele nunca frequentou uma escola de verdade... até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros. Narrado da perspectiva de Auggie e também de seus familiares e amigos, com momentos comoventes e outros descontraídos, Extraordinário consegue captar o impacto que um menino pode causar na vida e no comportamento de todos, família, amigos e comunidade - um impacto forte, comovente e, sem dúvida nenhuma, extraordinariamente positivo, que vai tocar todo tipo de leitor.
Auggie é uma criança. Ele gosta de brincar, gosta de rir, gosta de doces. Mas ele nasceu com uma deformidade facial, que faz todos que passam por ele estranharem e depois fingirem que não estão encarando. Pela primeira vez na vida, ele vai frequentar a escola. Com Extraordinário, vamos acompanhar sua aventura por um mundo em que as aparências são cartão de visita.

Todo mundo fala bem deste livro, todo mundo mesmo. Quando vi que minha amiga tinha, tive que aproveitar a experiência. 

A estória não tem um super mistério, um super romance, um super mundo, personagens mágicos, nada disso. Ela vai nos contar sobre August, e tocar cada um de uma forma diferente.

Meu Deus, o ser humano julga demais. Você pode chegar e dizer pra mim que "o que importa é o coração", mas quando vê uma pessoa com uma aparência no mínimo diferente ou não igual ao padrão de beleza instituído da sociedade, você estranha, para dizer o mínimo. Mas conhecer Auggie me fez pensar como o mundo é injusto. É uma pessoa normal, que por uma síndrome genética, não nasceu conforme os padrões, e que por isso é excluída. Quantas pessoas maravilhosas como o August nós podemos ter perdido na vida por julgarmos somente pelo rosto? Quantas vezes deixamos de nos colocar no lugar delas, imaginar como é se sentir sozinho e excluído todos os dias? Quantas já excluímos por motivos bem menores? Quantas vezes fomos mesquinhos? 

A gente conhece pontos de vista diferentes, desde o Auggie até o namorado da irmã dele. A linguagem simples da autora leva-nos a conhecer o cotidiano dessa família nem um pouco convencional, que tem que viver com o que para alguns é um fardo, e para outros é uma benção. O maior amor humano do mundo (fora o de Deus, apesar de Jesus ser humano, mas enfim) é o dos pais, e com Extraordinário você vê o que é aquele amor incondicional. E essa história me faz refletir sobre o aborto, sobre essa necessidade do mundo de ter pessoas perfeitas. Parece a mania da eugenia de Hitler! Ou você era como ele determinava, ou merecia ser morto. E isso se aplica perfeitamente àqueles que defendem o aborto às crianças que estão com alguma deformidade. Um indivíduo com Síndrome de Down é tão humano quanto eu. Você o mataria? E é tão humano quanto um bebê anencéfalo. Mesmo que a vida dele dure 5 horas, ninguém tem o direito de tirar a vida de ninguém. É o sexto mandamento: Não matarás.


Informações sobre o livro
Título: Extraordinário
Título original: Extraordinary
Autora: R.J. Palacio
Editora: Intrínseca
Páginas: 320
Skoob
Comprar: Cultura ♥ Fnac



Continue lendo

[Resenha] Jardim de Inverno - Kristin Hannah


Avaliação: 4/5
Meredith e Nina Whiston são tão diferentes quanto duas irmãs podem ser. Uma ficou em casa para cuidar dos filhos e da família. A outra seguiu seus sonhos e viajou o mundo para tornar-se uma fotojornalista famosa. No entanto, com a doença de seu amado pai, as irmãs encontram-se novamente, agora ao lado de sua fria mãe, Anya, que, mesmo nesta situação, não consegue oferecer qualquer conforto às filhas. A verdade é que Anya tem um motivo muito forte para ser assim distante. Para cumprir uma promessa ao pai em seu leito de morte, as irmãs Whiston deverão se esforçar e fazer com que a mãe lhes conte uma extraordinária história. Meredith e Nina vão, finalmente, conhecer o passado secreto de sua mãe e descobrir uma verdade tão terrível que abalará o alicerce de sua família… E mudará tudo o que elas pensam que são. “Difícil não rir um tanto e chorar ainda mais com a história de mãe e filhas que se descobrem no último momento.” – Publishers Weekly. A obessão de Nina as levará a uma inesperada jornada ao passado de sua mãe, onde descobrirão um segredo tão chocante, que abala a estrutura da família e muda quem elas acreditam ser.
Este livro foi uma cortesia da Editora Novo Conceito.

Tomei a liberdade de apagar alguns trechos da sinopse para não estragar a surpresa, ok? Bem, começando com as impressões iniciais. Ao ver o nome da autora, o ânimo para ler o livro só aumentava. Só havia lido um livro da autora, mas que fez qualquer outra leitura dela valer a pena. (Para ler sua resenha, clique aqui). Não sei, porque não lembro bem da outra leitura, mas esta autora tem uma sensibilidade e um talento incríveis. Nada melhor que isso para um livro de drama, hein?

"Jardim de Inverno" fala sobre a família Whiston: duas filhas, Meredith e Nina, o pai, e a mãe, Anya. Desde pequenas, Meredoodle e Neens buscam a atenção e o afeto da mãe, mas nunca receberam nada em troca. No máximo, uma história contada à noite, sobre uma misteriosa camponesa que se apaixona por um príncipe. O pai amoroso terminou sua jornada na terra, e sobraram apenas as três mulheres para tentarem sobreviver juntas, com o acréscimo de que uma das filhas fez uma promessa ao pai: fazer a mãe contar todo o conto.

Não leia a orelha do livro e nem a sinopse do Skoob. Fuja de qualquer resumo da história. Queira se surpreender. Eu cometi esse erro e a história continuou muito boa, imagina se não o tivesse. Tentar decifrar sobre o que se trata, afinal, o tal conto de Anya, e o por que de tanta frieza com suas filhas. 

Cada personagem tem sua particularidade. A doçura do pai, a obsessão de Meredith (que me irritou com algumas de suas atitudes), e o "estar de bem com a vida" de Nina, que a faz tão diferente da irmã. Sem falar, é claro, no silêncio de Anya. A sempre distante Anya. Suas filhas chegaram ao ponto de cansarem e desistirem de amar a mãe. Mas um ponto os une: a capacidade de Kristin de construir personagens tão marcantes.

A narrativa fluida e um enredo que não te deixa ter vontade de largar o livro fazem com que o livro se torne uma experiência única, sem falar no que temos por trás do conto, que com certeza arrancará lágrimas dos mais sensíveis. 

É realmente uma ótima leitura, mas perdeu uma estrelinha porque o motivo de Anya ser tão fria não me convenceu. Achei mal explicado, até.  Apesar disso, a narrativa de Kristin Hannah continua encantando com suas histórias sobre vida, amor e desafios.

Bem, é isso. Espero que vocês tenham gostado da resenha! Não deixem de comentar se vocês já leram, querem ler, ou leram qualquer outro livro da autora. Até a próxima!

Informações sobre o livro:
Título: Jardim de Inverno 
Título original: Winter Garden
Autora: Kristin Hannah
Editora: Novo Conceito
Páginas: 416
Preço: Cultura ♥ Saraiva ♥ Fnac ♥ Submarino
Adaptações cinematográficas: -
Avaliação:






Continue lendo

[Resenha] O Teorema Katherine - John Green

Avaliação: 2.5/5
Após seu mais recente e traumático pé na bunda - o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine - Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam. Uma descoberta que vai entrar para a história, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera.
Atenção, porque esse livro é marcante. Foi o primeiro e-book que eu li. A experiência foi diferente. As páginas ficaram mais longas, e o livro passou de 304 para 198 páginas, o que, por incrível que pareça, me cansou mais. Acho que ainda prefiro os livros de papel, sem falar que eu tinha que recarregar o iPad, e nem sempre podia ler, pois havia outras pessoas usando-o. Li OTK porque queria conhecer mais do John Green, e via e-book porque consegui de graça.

"O Teorema Katherine" conta a história de Colin, um adolescente que já passou por 19 namoros. O curioso é que todos eles foram com uma Katherine. Após terminar com a Katherine XIX, ele e seu melhor amigo, Hassan, partem em uma viagem sem destino programado. E acabam indo parar no interior, e conhecendo pessoas que poderão mudar os "velhos hábitos".

Depois de ler A Culpa é das Estrelas, um livro com carga emocional forte (para a maioria. Para mim, nem foi essas coisas todas. Leia a resenha aqui), esse livro é bem... comum? Realmente, não há nada demais. É bom para passar o tempo, só isso. Depois de uma leitura pesada, por exemplo. O quesito "fofura" também não me impressonou muito, mas houve algumas lições que eu gostei bastante durante a leitura. Colin resolveu fazer um "teorema de previsibilidade de relacionamentos", mas a verdade é que a verdade é imprevisível. Não há como colocar um relacionamento humano na matemática, pelo fato de que humanos são inconstantes e únicos. 

É isso. Até!

Informações sobre o livro:
Título: O Teorema Katherine 
Título original: An Abundance of Katherines
Autor: John Green
Editora: Intrínseca
Páginas: 304 (198 no E-book)
Preço: Cultura ♥ Saraiva ♥ Leitura ♥ Estante Virtual ♥ Fnac
Adaptações cinematográficas: -




Continue lendo

[Resenha] O Casamento - Nicholas Sparks


Avaliação: 3.5/5
Após quase 30 anos de casamento, Wilson Lewis é obrigado a encarar uma dolorosa verdade: sua esposa, Jane, parece ter deixado de amá-lo, e ele é o único culpado disso. Viciado em trabalho, Wilson costumava passar mais tempo no escritório do que com a família. Além disso, nunca conseguiu ser romântico como o sogro era com a própria mulher. A história de amor dos pais de Jane, contada em Diário de uma paixão, sempre foi um exemplo para os filhos de como um casamento deveria ser. Diante da incapacidade do marido de expressar suas emoções, Jane começa a duvidar de que tenha feito a escolha certa ao se casar com ele. Wilson, porém, sente que seu amor pela esposa só cresceu ao longo dos anos. Agora que seu relacionamento está ameaçado, ele vai fazer o que for necessário para se tornar o homem que Jane sempre desejou que ele fosse. Em O Casamento, Nicholas Sparks faz os leitores relembrarem a alegria de se apaixonar e o desafio de se manterem apaixonados.
Meu primeiro comentário é: definitivamente, este livro não é a continuação de Diário de uma paixão. A única coisa em comum é um personagem, e não faz diferença se você conhece a história anterior ou não. Ainda bem, porque não havia lido o livro, e da mesma forma, O Casamento foi uma experiência encantadora. 

Jane e Wilson são casados há quase 30 anos, e o longo tempo de convivência acabou por tornar a vida banal e fria. Ele nunca foi muito romântico, e ela aprendeu a sobreviver calada. Depois de uma cena que Wilson não gostaria de presenciar, ele começa a se perguntar se sua mulher ainda o ama, e o que pode fazer para resolver a situação.

Acredito que não tenha pensado muito sobre o que o livro se tratava. Consegui-o e comecei a ler. Realmente, o Nicholas até merece todos aqueles elogios. O cara consegue fazer um romance água-com-açúcar que toda menininha vai amar. A leitura me arrancou sorrisinhos bobos, aumentou minha vontade de casar e ser mãe, e ainda é ótimo para refletir. Mais uma vez, os livros me ensinam que o tempo não pode ser perdido. Tudo o que você faz tem consequências, e claro, tudo que você não faz

Não há muito o que se comentar, porque o livro não gira em torno de um grande acontecimento, e sim de algo que pode acontecer com qualquer casal que não se lembra de sempre manter sua relação bem. Nesses momentos que é importante ter Deus como base de um casamento, e essa convicção só aumenta, principalmente ao observar o casamento dos meus pais. Mas, bem, isso é outra história! 

Informações sobre o livro:
Título: O Casamento
Título original: The Wedding
Autor: Nicholas Sparks
Editora: Arqueiro
Páginas: 224
Preço: Cultura ♥ Saraiva ♥ Fnac
Adaptações cinematográficas: -




Continue lendo

[Resenha] O duque e eu - Julia Quinn


Avaliação: 1/5
Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas. Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível. É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo. Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta.
Este livro foi uma cortesia da Editora Arqueiro.

Meu primeiro romance histórico! Acho que tinha visto uma blogueira falar sobre esses livros, e que seriam lançados pela Arqueiro. Quando vi que haviam saído, fui logo solicitar o meu. Eu já amava filmes dessa época (e ainda amo), então achei que realmente gostaria dessa estória.

Daphne Bridgerton é uma jovem que debutou há pouco tempo, então é hora da sua mãe buscar por um marido. Ela começa a andar por bailes para conhecer os pretendentes, mas sempre sob o olhar de seus irmãos mais velhos. Uma noite, depois de ser perseguida mais uma vez por um rapaz que não para de implorar pela sua mão, ela esbarra com o duque de Hastings. Ele se sente atraído por ela e pelo seu jeito diferente de ser, e ela começa a se sentir atraída por ele. Cansados dessa vida de buscar por maridos, no caso de Daphne, e ser seguido por mães que buscam maridos para suas filhas, no caso do duque, eles decidem armar um plano: irão fingir que estão interessados um pelo outro para se livrarem por um tempo. O duque previu que fingindo estar interessado por Daphne, os outros rapazes veriam o que estavam perdendo e a cortejariam. O maior desafio foi o de Daphne: não se apaixonar por ele.

À princípio, eu gostei do livro. A personalidade de Daphne, o provável romance, a época, a própria escrita da autora. Mas o livro começou a se tornar detestável. O único interesse que o duque (ou Simon, como preferir chamá-lo) parecia ter em Daphne era sexual, e a autora não poupava descrições. Não sei se isso é uma característica dos romances históricos, mas acredito que sim. O livro teve cerca de 55% (ou mais) da sua história relacionada a sexo, sexo e mais sexo. Isso não me convence, porque eu não acredito que atração sexual seja romântico.

As desculpas de Simon Basset para evitar uma coisa que Daphne tanto queria no livro eram ridículas e egoístas, o que me fez concluir que ele é o extremo oposto de cara que eu gostaria na minha vida.

A história não me convenceu, a narração não me convenceu, o clímax não me convenceu, a autora não me convenceu. Não gostei do livro, e não recomendo para ninguém. Eu acho que não foi o tipo de leitura que te engrandece, sabe? Realmente, não rolou. 

Bem, era isso. Se você já tiver lido esse ou outros volumes da série (porque são 8, um pra cada membro da família Bridgerton, acredito eu), não esqueça de deixar seu comentário sobre ele e todos os outros livros, e também sua opinião sobre a resenha. Gostaria de saber o que vem por aí, para tirar conclusões sobre dar continuidade à leitura.

Informações sobre o livro:
Título: O duque e eu
Título original: The duke and I
Autor: Julia Quinn
Editora: Arqueiro
Páginas: 288
Preço: Saraiva ♥ Fnac ♥ Estante Virtual
Adaptações cinematográficas: -





Continue lendo

[Resenha] Lições de Vida - Anne Tyler

Maggie Moran e seu marido são comuns, até um pouco tediosos. E é esse realismo que torna esta história tão eficaz e comovente... Começa em um dia de verão, quando Maggie e Ira viajam de Baltimore para a Pensilvânia para um funeral. Maggie é impetuosa, desastrada, desajeitada, propensa a acidentes e tagarela. Ira é reservado, preciso, respeitável, tem uma mania irritante de assobiar músicas que traem seus pensamentos mais profundos e acha que sua esposa transforma os fatos de maneira que se encaixem na sua opinião sobre as pessoas que ama.Ambos sentem que seus filhos são estranhos, que a cultura das novas gerações está indo por água abaixo e que, de alguma forma, se enganaram com essa sociedade cujos valores não reconhecem mais. Mas esta viagem vai levá-los a refletir sobre estas angústias, e vai mostrá-los como é importante reavaliar seus sentimentos.
Este livro é cortesia da Editora Novo Conceito.

Meggie Moran e Ira são casados há mais de 20 anos. Uma ida a um funeral acabou se tornando uma aventura e um dia de aprendizado.

Não me sentia tão animada pra ler esse livro, ainda mais quando percebi que o casal era mais velho que o que estamos acostumados (eu, pelo menos). É só que eu gosto daquela fofurinha dos casais jovens, e um casal mais maduro não é a mesma coisa. 

A história realmente não me cativou, pois não havia bem um "problema" para ser solucionado. Não me prendeu, e a única coisa que eu queria era terminá-lo. Cheguei à última página e o livro terminou sem mais nem menos. Estou chocada por aparentemente, não haver uma continuação. 

O ponto positivo do livro é que ele é bem humano. Trata de coisas que poderiam acontecer com qualquer um, e nos fazem refletir sobre as relações entre os humanos: mesmo com as diferenças, os humanos se toleram, e até mesmo se amam. Ira e Meggie são os opostos um do outro, mas mesmo assim, se casaram, e estão juntos há mais de 20 anos. 

Bem, era isso. Não havia muito sobre o que falar, infelizmente. Até a próxima!

Informações sobre o livro:
Título: Lições de Vida
Título original: Breathing Lessons
Autor: Anne Tyler
Editora: Novo Conceito
Páginas: 368
Preço: Saraiva - Leitura - Submarino - Fnac
Adaptações cinematográficas: -
Avaliação:

Continue lendo

[Novidades] Capa de The House of Hades

Depois da notícia maravilhosa de ontem, de que HoH seria lançado no Brasil no mesmo dia dos Estados Unidos, chega outra: a capa foi revelada! 


Continue lendo

© Incantevole, AllRightsReserved.

Designed by ScreenWritersArena