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[Filme] La La Land


Título: La La Land: Cantando Estações
Título original: La La Land
Diretor: Damien Chazelle
Duração: 128 minutos
Ano de produção: 2016
País de origem: EUA
Estreia mundial: 9 de dezembro de 2016
Estreia no Brasil: 12 de janeiro de 2017
Elenco principal:
♥ Ryan Gosling como Sebastian
♥ Emma Stone como Mia 

Os trechos com spoilers serão assinalados.

La La Land é simplesmente o filme mais falado dos últimos tempos, não é? Assisti e quis expôr minha opinião aqui no blog. Claro, falando como uma amadora e que gosta muito de filmes, mas que não tem formação nenhuma nem é especialista no assunto. A trama vai contar a estória de Mia, uma moça que deixou a faculdade de Direito e sua família para tentar a carreira de atriz em Los Angeles e de Sebastian, um pianista apaixonado por jazz que tem como sonho abrir seu próprio clube e trazer o estilo musical de volta para a atualidade. Tudo isso, no formato de um musical.

Ao ver o trailer pela primeira vez, fiquei um pouco surpresa. Um musical? Fora da Disney? Devo dizer que não é uma coisa que se vê muito na atualidade, não é? Não havia tanto bafafá em cima do filme, até que começou: agradou quem gosta e quem não gosta de musicais, indicado a vários Globos de Ouro e basicamente um recorde em indicações ao Oscar.

Já comecei gostando. Aquela cena inicial, com uma música super alegre, a coreografia... Eu sou amante de musicais: como não gostar? Ao mesmo tempo, era tão diferente ver um musical tão atual, porque eu estou acostumada a assistir basicamente musicais da Disney. Após ver alguns comentários sobre o filme na internet, fiquei com o olhar atento buscando padrões de cores, referências, coisas que tornassem a experiência do filme ainda mais legal. Atentei especialmente à mudança das estações, tentando perceber o paralelo entre a estação e o que os personagens viviam. 

O filme é visualmente lindo. Cores vivas, fortes. Cenas e cenários que certamente vão ser memoráveis, do tipo que todo mundo vai lembrar que é desse filme, sabe? Ao assistir pela segunda vez, pude perceber o trabalho bem feito e entender o porquê de ter sido indicado à Melhor Fotografia. Novamente, não entendo dessas coisas, mas a simetria de certas cenas (como a que o Sebastian canta no píer), os movimentos de câmera, tudo era muito bem feito, meio que "sem cortes" e fluido. 

Quanto às músicas, fiquei encantada. A minha preferida é a primeira, Another Day Of Sun, pelo seu ritmo bem upbeat, dançante e alegre, sem falar da mistura de instrumentos. O diretor é claramente fã de jazz, o que se percebe também pelo seu filme Whiplash. Esse foi um ponto muito interessante, porque tive a oportunidade de ouvir mais desse ritmo. A trilha sonora, em geral, é linda e muito marcante. Tenho certeza que em qualquer lugar que eu ouvir, vou saber que aquela música, aquela melodia, vem de La La Land. Emma e Ryan cantam bem, mas definitivamente não são cantores excepcionais. Pro filme, foi suficiente e muito bom também. As coreografias são bem poucas, mas uma, em especial, a do sapateado em Lovely Night é bem memorável, e não ficaria surpresa caso se tornasse uma das cenas icônicas do cinema mundial. No entanto, vi uma crítica na internet que tive que concordar: às vezes, esse filme esquece que é um musical. Meio que dava pra ter mais música, não?



E o final... A partir de agora, haverá SPOILERS. No fim do trecho, vou avisar onde tem uma área limpa novamente.

Então, fiquei extremamente chocada. Não sei o que esperava do desfecho do filme antes de começar a assisti-lo, mas pensei um "ué?!" bem grande quando aparece "5 anos depois" na tela. Mia se tornou uma atriz famosa, casada, com uma filha. Ao ir jantar com seu marido, entra no tal clube de jazz do Sebastian e lá começa o epílogo belíssimo que leva os mais sensíveis às lágrimas. Ao perceber que, afinal, eles não terminavam juntos, fiquei impressionada e até triste. Entendi o epílogo deles como o tal "poderia ter acontecido", mas após ver um vídeo na internet, percebi do que realmente se tratava: a história deles dois no formato de happy ending de Hollywood x a história deles na vida real. Não tinha como conseguirem o sonho e ficarem juntos ao mesmo tempo. À princípio, me conformei e pensei "é, assim que é a vida". E essa proposta me interessou muito, porque esse é o diferencial do musical: colocar os fatos reais e não tão românticos da vida ao molde dos musicais antigos.

No entanto, ao assistir pela segunda vez, minha reflexão se aprofundou. Antes do epílogo, aparece a Mia logo depois da sua audição conversando com o Sebastian. Tem um momento que ela diz "eu sempre vou amar você", e ele diz o mesmo. Lembrei como dizem que quando se ama, você quer ver a pessoa feliz, mesmo que não seja com você. Mas, depois, analisando melhor e pedindo a opinião do meu pai, perguntei o que ele achava: duas pessoas que dizem que se amam, mas que preferem seguir as próprias carreiras do que estar juntos. O meu pai falou uma coisa muito pertinente e com a qual eu concordo: eles claramente não se amam. Eles amam mais a si mesmos do que um ao outro. Amam mais a sede de sucesso, os próprios sonhos, do que um ao outro. O amor é feito de renúncias, e se eles não foram capazes de renunciar a tal sede, não se tratava de amor. De paixão, talvez. Mas amor? Acho que não. De qualquer forma, foi legal ver como o Sebastian torcia pela Mia, deu a ideia de ela escrever a própria peça e tentar algo novo. Além disso, foi ele que a avisou e a incentivou a ir pra audição quando ela não aguentava mais e queria desistir. Isso, sim, foi legal, porque é um lembrete pra todos aqueles que querem desistir dos seus sonhos a tentarem mais uma vez, a não se deixarem vencer. 

FIM DOS SPOILERS.

De qualquer forma, em uma maneira geral, ver La La Land foi uma experiência positiva para mim. Espero que não seja a última vez que Hollywood aposta em musicais, porque acho que tá fazendo falta! Não pode ser um monopólio da Disney! E vocês, assistiram? O que acharam? Deixem nos comentários!
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[Filme] A Noviça Rebelde

Avaliação: 5/5

Título: A Noviça Rebelde
Título original: The Sound Of Music
Diretor: Robert Wise
Duração: 174 min
Ano de produção: 1965
País de origem: EUA
Estreia mundial: 2 de março de 1965
Estreia no Brasil: 3 de maio de 1965
Elenco principal:
♥ Julie Andrews como Maria
♥ Christopher Plummer como Captain Von Trapp
♥ Charmian Carr como Liesl
♥ Nicholas Hammond como Friedrich
♥ Heather Menzies-Urich como Louisa
♥ Duane Chase como Kurt
♥ Angela Cartwright como Brigitta
♥ Debbie Turner como Marta
♥ Kym Karath como Gretl

Sinopse (de Filmow): No final da década de 30, na Áustria, quando o pesadelo nazista estava prestes a se instaurar no país, uma noviça que vive em um convento, mas não consegue seguir as rígidas normas de conduta religiosa, vai trabalhar como governanta na casa do capitão Von Trapp, que tem sete filhos. Ele é viúvo e os educa como se fizessem parte de um regimento. Sua chegada modifica drasticamente o padrão da família, trazendo alegria novamente ao lar da família Von Trapp e conquista o carinho e o respeito das crianças.

Trailer:



Musicais, musicais. Ah, quem me conhece, sabe o amor que eu tenho por eles. Tem gente que acha chato, que não consegue suportar, que acha lento... Minha irmã não entende como eu consigo assisti-los e ainda ficar ouvindo pela casa depois que o filme acaba. Não sei, tem algo no fato de você estar cantando, atuando e muitas vezes dançando simultaneamente que eu amo! Bem, sendo assim, eu não posso me dizer fã de musicais sem ter visto esse em especial. (Eu também não vi Wicked, nem Westside Story. Eu sei, é uma vergonha)

Comecei a assistir porque estava passando no Telecine Cult. E, gente, vocês podem nunca ter visto esse filme, mas eu tenho certeza que vocês conhecem pelo menos uma música dele. Duvida? Pois clique aqui. Pois é, a cena que eu peguei era aquela da Liesl cantando com o Rolfe "I am sixteen, going on seventeen..." que eu conhecia por Operação Babá (shame on me), e, óbvio, continuei assistindo.

Conforme ia passando, eu ia amando. É tão fofo, tão lindinho, tão clássico! Dá quase nostalgia de um tempo que eu nem vivi! A beleza (ela é muito linda) e os vocais da Julie Andrews, as paisagens... Gente, as paisagens. O cenário e a fotografia desse filme são um caso à parte, que merecem muita atenção. As montanhas da Áustria, seus lagos e os monumentos de Salzsburgo... Tudo lindo! Não posso deixar de citar também o contexto histórico da história do filme, que se passa no fim dos anos 30, quando o Anchluss estava por invadir a Áustria. E é muito interessante ver como nem todos acreditavam no pangermanismo e nessa "grande nação germânica". E é por causa dessa parte da história que o final é muito tenso!



A Noviça Rebelde, ou The Sound Of Music, estreou em 1965 e influenciou pessoas das mais diversas faixas etárias. Ainda hoje influencia e encanta. E é engraçado ver como essa história inspirou tantas histórias mais recentes! Em 2015 completou 50 anos (queria ter sabido disso antes). Além disso, virou musical da Broadway (óbvio). Ah, também é legal saber que a família Von Trapp realmente existiu, e que a história do filme foi inspirada no diário da matriarca Maria. Leia mais sobre aqui.

E aí, você já tinha visto o filme? Gostaria de ver? Não deixe de colocar sua opinião nos comentários! Até a próxima!



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[Filme] Caminhos da Floresta



Avaliação: 4/5
Título nacional: Caminhos da Floresta
Título original: Into The Woods
Diretor: Rob Marshall
Duração: 125 minutos
Ano de produção: 2014
País de origem: EUA
Estreia nos EUA: 25 de dezembro de 2014
Estreia no Brasil: 29 de novembro de 2015
Censura: 12 anos
Elenco principal:
♥ Meryl Streep como A Bruxa (The Witch)
♥ James Corden como (The Baker)
♥ Emily Blunt como Esposa do Padeiro (The Baker's Wife)
♥ Daniel Huttlestone como João (Jack)
♥ Lilla Crawford como Chapeuzinho Vermelho (Red Hiding Hood)
E com participações de Johnny Depp, Chris Pine e Mackenzie Mauzy.

Trailer:



Quem me conhece, sabe o tamanho da minha paixão por musicais. Por mim, assistiria todos os da Broadway, mesmo sabendo que nem todos são legais. Além disso, também sou apaixonada por fantasia. Conheci Into The Woods via Filmow, e ao ver o elenco e que era uma fantasia, já queria assistir. Só depois que vi o trailer descobri que era um musical, o que só melhorou as coisas. E esperei ansiosamente, até que estreou e eu pude assistir durante o Carnaval.

Devo dizer que nenhum musical é tão legal quanto aquele que você conhece as músicas. No caso, só sabia cantar No One Is Alone (♥), por isso não foi tão emocionante. "Não tão emocionante" não quer dizer "chato", já que, como eu disse, sou completamente apaixonada por musicais. Ainda assim, algumas letras foram meio confusas, por incrível que pareça. Um ponto a se notar foi Anna Kendrick, que tem uma voz impecável e um vibrato incrível. Digno de uma princesa. 

Meryl Streep foi demais, mas isso nós já esperávamos. O que mais me admira nela é a capacidade daquela mulher elegante das premiações ser irreconhecível na atuação, já que está tão comprometida. Não é mais Meryl Streep, é a Bruxa. E é o mesmo que acontece com o Johnny Depp, apesar de aparecer por pouquíssimos minutos. Mas mais um nome de peso no elenco é sempre bom, né. Quanto ao enredo, a ideia é muito criativa, mas passando um pouco da metade do filme, ele fica um pouco cansativo, principalmente pra quem não gosta de musicais. Em compensação, houve momentos muito engraçados!
 
A fotografia e a ambientação deram aquele aspecto obscuro. Não muito agradável pro olhar, meio agoniante, mas perfeitamente ajustado: não é tudo brilhante, colorido e feliz. Afinal, temos uma desconstrução dos contos de fadas. O sapatinho caiu do pé da Cinderella? Não foi bem assim que aconteceu. Felizes para sempre? Depende do que você achar que isso significa... É uma fantasia realista, já que mostra que o mundo não é perfeito, nem tudo é como esperamos, e que as coisas não tendem a ter um "ponto final redondinho" depois da frase. Sempre há um porém, sempre há mudanças. Apesar disso, todos nós temos alguém do nosso lado, que nos apoiará e nos ajudará, no one is alone. Todos tempos um lado ruim e um lado bom, mas temos escolher qual nós vamos usar. E pra mim, o melhor ensinamento foi: os fins não justificam os meios, e nunca justificarão. E como meu pai sempre diz: "resolver o seu problema e criar para o outro, não é válido."

Sendo assim, cuidado com o que você deseja. E mais importante: como você conseguirá.


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[Filme] Os Delírios de Consumo de Becky Bloom


Título nacional: Os Delírios de Consumo de Becky Bloom
Título original: Confessions of a Shopaholic
Diretor: P. J. Hogan
Duração: 104 minutos
Ano de produção: 2009
País de origem: EUA
Estreia nos EUA: 2009
Estreia no Brasil: 10 de abril de 2009
Censura: 10 anos
Elenco principal:
♥ Isla Fisher como Rebecca Bloomwood
♥ Hugh Dancy como Luke Brandon
♥ Krysten Ritter como Suze
♥ Robert Stanton como Derek Smeath
Livro adaptado: Confessions of a Shopaholic de Sophie Kinsella

Avaliação: 5/5

Esse é um clássico dos filmes que todo mundo já viu... menos eu. Escolhendo o filme que eu ia assistir com minha melhor amiga, sugeri esse, afinal! E não me arrependi nem um pouco. 

Bem, ele vai tratar sobre Rebecca Bloomwood, uma jornalista viciada em comprar. Após ir a um escritório para se candidatar para a revista Allete (o que não deu certo), ela é instruída a se candidatar a uma outra revista, já que "once you're in, you're in", e ela poderia ser transferida. Após fracassar nisso também, ela manda uma carta genial para a Allete, e uma de desaforo para a outra revista, de Economia. Os destinatários são trocados e ela acaba conseguindo o emprego junto com Luke Brandon, e é conhecida como a Garota da Echarpe Verde.

O enredo é divertido, engraçado, leve. Ótima pedida para as férias, para chamar as amigas, comprar Pringles e assistir com o ar condicionado ligado. Mas o que me chamou atenção no filme foi como ele tem valores belos e universais. A parte em que Becky explica o porquê de comprar tanto é uma daquelas geniais.

Quando eu compro, fico feliz. O mundo fica mais bonito. Mas então isso passa. E eu tenho que comprar de novo.

Quantas vícios são construídos assim? Tantas vezes nós fomos buscar a felicidade no que passa! Encontramos prazer, mas não a saciedade do coração. Isso porque nosso coração tem um vazio do tamanho de Deus, e somente a busca da Vontade Dele, a Água Viva, pode nos fazer felizes.

O vício em compras dela, mas por trás, a busca do supérfluo, é a fonte de todos os seus problemas. Magoa pessoas amadas por causa disso. Em uma das conversas com seu pai, chateada e triste, em uma situação em particular, ele oferece vender seu trailer para ajudá-la. 

- Se o senhor vendê-lo, eu o mato.
- Nós queremos - disse ele.
- Mas define você!
- Não, filha. Ele não me define. Só o que me define são você e sua mãe.

E é isso mesmo. No fim, o que nos define é o amor, como tratamos aqueles que estão perto, com os desconhecidos. Não é sua bolsa da Prada, seus sapatos Gucci, sua mansão à beira-mar. Isso fala sobre o que você tem, não sobre o que você é. E em um mundo que grita isso, esse filme é como uma lufada de ar fresco.

No fim das contas, Os Delírios de Consumo de Becky Bloom foi o oposto do superficial, e uma agradável surpresa. 


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[Filme] Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1


Título nacional: Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1
Título original: The Hunger Games: Mockingjay - Part 1
Diretor: Francis Lawrence
Duração: 122 minutos
Ano de produção: 2014
País de origem: EUA
Estreia nos EUA: 21 de novembro de 2014
Estreia no Brasil: 19 de novembro de 2014
Censura: 14 anos
Elenco principal:
♥ Jennifer Lawrence como Katniss Everdeen
♥ Julianne Moore como Presidente Alma Coin
♥ Donald Sutherland como Presidente Snow
♥ Liam Hemsworth como Gale Hawthorne
♥ Josh Hutcherson como Peeta Mellark
♥ Sam Claffin como Finnick Odair
♥ Phillip Seymour Hoffman como Plutarch Havensbee
♥ Willow Shields como Primrose Everdeen
Livro adaptado: A Esperança (Jogos Vorazes #3) de Suzanne Collins

Avaliação: 5/5 + ♥ (favorito)



Nessa primeira parte, Katniss começa a deparar com uma realidade que ela não imaginava que existisse. Acabou de sair dos jogos e descobre que seu Distrito 12 foi destruído, e está alojada no Distrito 13, que até então, todos pensavam que havia sido dizimado anos atrás na guerra contra a Capital. Peeta está preso com Presidente Snow, e sendo usado como arma contra ela.  Enquanto isso, ela tem que lutar contra si mesma para ser O Tordo da revolução que se levanta em Panem.

Ok, como começar a falar desse filme?

Certo, vamos ver o que sai. Bem, eu sou apaixonada por Jogos Vorazes. Tipo, muito. Os livros da trilogia estão entre meus livros preferidos, com certeza. Dentre eles, "Em Chamas" é considerado por mim o melhor, seguido por "Jogos Vorazes", e por último "A Esperança". Mas, com os filmes, houve uma grande mudança. À medida que eles vão sendo lançados, vou mudando de favorito, e no momento, é justamente A Esperança.

Então, vi reclamações em relação a alguns pontos a seguir, e acho que vai ser uma boa fazer minha resenha baseado nelas.
a) falta de ação do filme e;
b) a desnecessária divisão entre parte I e parte II.

Quanto à primeira reclamação: devo dizer que eu não achei ruim a aparente "falta de ação". Nunca fui de gostar muito de lutas, nem mesmo em livros. Gosto da suspense, do inesperado, mas não tanto do sangue. E esse último nos propiciou uma experiência diferente e impressionante: do drama, da tensão, da humanidade. Jennifer Lawrence deu um show, sendo a heroína-não-tão-heroína Katniss. E eu prefiro assim, porque nos mostra que Everdeen é verdadeiramente um ser humano! Ela luta consigo mesma: por um lado, ser o Tordo e ajudar a revolução. Do outro, ver Peeta sofrendo e o medo do que uma guerra pode causar. Com os closes no seu rosto, enxergamos o desespero, a luta consigo mesma. E então, alguém que se levanta em prol de um bem maior. E, por favor, o que FOI AQUELA MULHER CANTANDO "The Hanging Tree"? A CENA DA USINA ME DÁ ARREPIOS ATÉ AGORA QUANDO A REVEJO! Uma atuação fenomenal. Sério, no meio da sessão, virei pra minha amiga e disse: "Alguém dá outro Oscar pra essa mulher".

A fotografia e os cenários estavam fantásticos, sem falar nos efeitos especiais que devem ter sido caríssimos, mas recompensaram muito! Você sentia o clima, o cinza, a tristeza, a tensão no ar. Além do mais, tudo deu um jeito de aparecer, com fatos do livro que acontecem em momentos diferentes ocorrendo simultaneamente no filme, dando um júbilo ao fandom pela fidelidade da adaptação.

Quanto a divisão, vi a Thaís do Pronome Interrogativo falando e concordo com ela. Acho que foi necessário e positiva, porque permitiu que tudo fosse colocado, todos os detalhes e a sensibilidade que esse último livro da saga necessita. Tudo bem que pode ter sido também por dinheiro, mas acho que teve mais pontos positivos que negativos.

Mas o que mais me impressiona nessa saga é a realidade. O quê, Clara? Tá ficando louca? Realidade? Em uma América do Norte futurística com moscas doidonas teleguiadas? Sim! Porque não importa a época, a guerra é assim. Nós vemos a que ponto o "ser humano" chega em nome dos seus interesses. O pavor da população. E o belo em tudo isso: um povo que se levanta com a esperança (A ESPERANÇA!) de dias melhores, de uma libertação, mesmo que tenha que morrer por isso.

O terceiro filme da franquia me maravilhou e me fez sair do cinema sem uma crítica a fazer, apenas elogios. E me deixa esperando pelo que novembro de 2015 possa trazer!

PS: Eu levantei minha mão com o sinal de saudação! 
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[Filme] Frozen


Título nacional: Frozen
Título original: Frozen
Diretor: Chris Buck e Jennifer Lee
Produção: Walt Disney Studios
Duração: 102 minutos
Ano: 2014
País de origem: EUA
Estreia nos EUA: 28 de maio de 2014
Estreia no Brasil: 3 de janeiro de 2014
Censura: Livre
Trailer
Adaptado do conto: A Rainha da Neve, de Hans Christian Andersen
Sem sinopse, já que é mais legal descobrir no filme!

Avaliação: 5/5

Vocês vão procurar e não vão achar alguém que tenha mais abuso de modinha que eu. Quando todos começaram a falar de Frozen, Frozen, Frozen, aí que fiquei com abuso mesmo. Só existia esse filme no mundo? Até minha melhor amiga se rendeu! Ela chegou falando que gostava de abraços quentinhos, que pensava da mesma forma que eu, até assistir o filme. Então, me rendi. Assisti. E...

É muito fofinho! O ganhador de dois Oscars, por Melhor Filme de Animação e Melhor Música Original tem uma mensagem super legal, sobre amor verdadeiro, não necessariamente romântico, e não amor instantâneo. É a Disney mudando o que ela pregou com Branca de Neve, Cinderela e A Bela Adormecida (não me entendam mal, eu amo, mas vamos combinar que é meio imprudente). Os personagens são muito fofos, principalmente a Anna e o Olaf (♥ ♥ ♥ ♥). Sinceramente, a Elsa é a que menos chama atenção. 

Só assisti a versão dublada, já que Marianinha disse que era melhor, e tem a dublagem do nosso boneco de neve preferido feita pelo Fábio Porchat.

Outro ponto forte do filme são as músicas. Let it Go fica na cabeça, mas Frozen tem muitas outras músicas, fofas e engraçadinhas, sem falar nos milhares de covers que elas renderam para a internet. E me despeço mostrando pra vocês um que eu achei e é bem legal :)


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[Filme] A Menina Que Roubava Livros


Título nacional: A Menina Que Roubava Livros
Título original: The Book Thief
Diretor: Brian Percival
Duração: 131 minutos
Ano de produção:
Nacionalidade: EUA, Alemanha
Estreia nos EUA: 8 de novembro de 2013
Estreia nacional: 31 de janeiro de 2014
Censura: 12 anos
Elenco principal: 
♥ Sophie Nélisse como Liesel Meminger
♥ Geoffrey Rush como Hans Hubermann
♥ Emily Watson como Rosa Hubermann
♥ Ben Schnetzer como Max Vandenburg
♥ Nico Liersch como Rudy Steiner
Livro adaptado: A Menina Que Roubava Livros de Markus Zusak
                                                                            Avaliação: 5/5 + ♥

Sinopse:
Durante a Segunda Guerra Mundial, a pequena Liesel Meminger e seu irmão precisam ir morar com o casal Hans e Rosa Hubermann. Seus pais, acusados de comunistas, são obrigados a se separarem dos filhos em uma época de ditadura nazista. Seu irmão não conseguiu sobreviver a viagem. Em seu novo lar, Liesel terá uma nova família, um novo amigo, e tudo isso será contado pela Morte, a única figura que todos nós temos certeza que vamos encontrar algum dia.



Falar sobre algo que você gosta muito é difícil. Você não sabe por onde começar. Vou tentar me expressar o melhor que posso. E começarei dizendo que não é a primeira vez que vejo este filme. Vi no cinema e como meu pai não tinha visto, uma segunda vez para acompanhá-lo. Eu não sou de chorar em filme nem em livro. Então vocês podem sentir o impacto dessa obra por me fazer chorar na primeira vez e me dar sérios nós de garganta na segunda.

Por se tratar de uma adaptação, eu poderia agora falar sobre as diferenças e o que me incomodou. O grande problema é que não há. Se todas as adaptações fossem assim, não haveria leitores infelizes saindo do cinema. Mas, ainda bem que não são, pois nenhum corpo consegue sustentar essa quantidade de lágrimas.

O que mais me impressiona em A Menina Que Roubava Livros é que, por mais que seja um filme que se passa na Segunda Guerra Mundial, sob ditadura nazista, não na Polônia, não na Holanda, mas na Alemanha, e por mais que não nos esqueçamos por nenhum segundo o período histórico em que ele se insere, ele não é sobre a Segunda Guerra Mundial. É sobre a vida. A beleza e o terror da humanidade. A amizade, a família, a imaginação, e, sobre o amor aos livros e às palavras, algo que fica claro durante todo o filme. Isso porque Liesel, durante o enterro do seu irmão, rouba um livro: O Manual do Coveiro. Ela não sabia ler, e aprende com seu novo papai. E uma história de amizade com as palavras começa. Seu amor pelos livros só cresce. E ela não mede esforços para conseguir cada vez mais desses amigos.



E não dá pra comprar o livro com o filme, dizer qual o melhor, porque ambos são incrivelmente únicos. O livro tem toda a particularidade de emocionar no silêncio, o que traz peso e reflexão. O filme tem a trilha sonora, ambientação e atores que fazem tudo aquilo que nós conhecíamos ganharem vida. Sophie encanta qualquer um com seus olhos azuis. É simplesmente impossível não se apaixonar por essa Liesel, a Liesel do filme, que por incrível que pareça, pra mim, é diferente da do livro. E quanto aos outros personagens, eu me apeguei a cada um deles, e eu tento dizer "principalmente a...", mas não dá. Porque não é necessariamente o personagem, mas o relacionamento que ele constrói com Liesel. E, o mais, ou a mais particular de todas, A Morte. Ela é a grande observadora, a que está vendo-nos, humanos, no momento mais triste da humanidade. E é aí que aparece a marca mais sublime dessa história: Ela mostra os pingos de vida e de amor, da verdadeira humanidade, da inocência em meio ao caos, da guerra e do ódio, se tornando uma história múltiplca, de uma sensibilidade gritante. As frases e quotes... Eu nem tenho nem como adjetivar isso! Para os amantes de História Mundial, de dramas, de filmes, de livros, ou, melhor... não há como recomendar. Se você é humano, deve ver esse filme, ler esse livro e assim como eu, deixar que a emoção venha.

Quanto a todo o aspecto técnico, a fotografia é MARAVILHOSA. O frio da Alemanha ultrapassa a tela, e tudo isso é complementado pelos cabelos loiros de Liesel, os olhos gelo de Rosa, o roteiro sensacional e digno de um novo livro, enfim!

Termino meu comentário assim como terminei o filme. Logo, afirmei para o meu pai: "E é por isso que esse é um dos meus filmes preferidos."





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[Filme] The Spectacular Now (com Shailene Woodley, de A Culpa é das Estrelas)


Título nacional: Ainda não há um nome oficial
Título original: The Spectacular Now
Diretor: James Ponsoldt
Duração: 95 minutos
Ano: 2013
País de origem: EUA
Estreia nos EUA: 3 de agosto de 2013
Estreia no Brasil: -
Data que eu assisti: 30 de maio de 2014
Censura: -
Elenco principal: Milles Teller (Sutter Keely), Shailene Woodley (Aimee Finicky), Brie Larson (Cassidy), Kyle Chandler (Mr. Keely)
Avaliação: 2/5  
Livro adaptado: O Maravilhoso Agora de Tim Tharp (Skoob)                                                          
Sinopse:
Sutter Keely (Miles Teller) leva uma vida despreocupada. Ele nunca terminou os estudos, adora festas e álcool, e troca frequentemente de namorada. Quando é rejeitado por uma de suas pretendentes, ele se embebeda e acorda em um gramado ao lado de Aimee Finicky (Shailene Woodley). Nasce uma relação improvável entre esta garota solitária, fã de ficção científica, e o homem que vive apenas no tempo presente.
Nunca fui de ir a festas, passar a noite fora, então a televisão, o computador e os livros sempre foram meus amigos nas férias. O Filmow me ajuda muito nessas horas. E foi assim que decidi ver The Spectacular Now, que parecia ser um daqueles dramas adolescentes inspiradores e que te trazem lições de vida.

Sutter Keely é um farreador. Aimme Finicky é uma simples jovem estudiosa. Muito diferentes, até que se conhecem depois de Sutter ter acordado em um gramado após uma festa, perdido e desorientado. E, então, começa o que deveria ser um drama cheio de lições. Deveria.


Vi muitas pessoas criticando a atuação da Shailene neste filme, mas não sou especialista nem nada, então acho que ela atuou bem. Sempre me impressiono na capacidade destes novos atores de demonstrarem naturalidade, como se fossem verdadeiros adolescentes conversando. Porém, nenhum dos personagens conseguiu me cativar. Com pouco tempo, Aimee já houvera se apaixonado, e dizia quão feliz estava por tê-lo conhecido. Mas por quê? O que ele fez tão de tão espetacular? Talvez soubéssemos se acontecesse mais coisa, se ambos pudessem revelar mais de si. Esse foi o grande problema: prometia ser um filme inspirador, com personagens que, apesar de serem adolescentes, ainda são humanos e poderiam ter suas personalidades melhor exploradas. E isso daria riqueza à trama.

E eu entendi o que o filme queria passar, pode ter certeza, mas esperava muito mais, se bem que após ver críticas negativas no Filmow, já estava um pouco preparada. Nenhuma lágrima foi derramada, tampouco foi engraçado. Foi mais um filme, mas que não me emocionou. Basicamente, um romance fraco e pouco convincente, em uma trama de 95 minutos que só trouxe pequenas, mas boas lições: viva o presente, sem esquecer que ele influi no futuro. 

Já a outra reflexão, descobri por outro blog. Sutter percebe que sua vida estava se encaminhando para ser como a de seu pai. Considerando que sou uma pessoa que gosta de buscar o significado mais profundo de pequenos detalhes na vida, que gosta de estar atenta a isso, não ter percebido essa outra faceta da história não me parece um ponto muito positivo. Enfim, fala da responsabilidade que você tem que ter, porque tudo trará uma consequência, por mais que você adote "YOLO" como lema de vida. A cada dia, construímos o amanhã.

Esse filme é baseado em um livro, que foi lançado pela Galera Record, com o nome de O Maravilhoso Agora. Acredito que seja bem melhor que sua adaptação, que não foi lançada no Brasil, e nem sei se será. De orçamento de 2.5 milhões de dólares, arrecadou 6.5. Bem, o saldo é positivo, mas não é um sucesso de bilheteria... 

É, foi isso. Resolvi fazer um comentário sobre o filme por causa dessa onda de TFiOS, com a Shailene, e também porque vai sair o livro em português. Espero que vocês tenham gostado! Não deixem de comentar :)

obs: Não vi o filme em DVD. Procurei em um site de ver filmes online, legendado por uma equipe mesmo, nada oficial.



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[Filme] A Culpa é das Estrelas


Título nacional: A Culpa é das Estrelas
Título original: The Fault in Our Stars
Diretor: Josh Boone
Duração: 125 minutos
Ano de produção: 2013/2014
País de origem: EUA
Estreia nos EUA: 5 de junho de 2014
Estreia no Brasil: 5 de junho de 2014
Censura: 12 anos
Trailer (abaixo)
Elenco principal:
♥ Shailene Woodley como Hazel Grace
♥ Ansel Elgort como Augustus Waters
♥ Nat Wolff como Isaac
♥ Willem Dafoe como Peter Van Houten
♥ Laura Dern e Sam Trammell como Sr. e Sra. Lancaster
Livro adaptado: A Culpa é das Estrelas de John Green

Avaliação: 5/5
Sinopse:
Diagnosticada com câncer, a adolescente Hazel Grace se mantém viva graças a uma droga experimental. Após anos lutando contra a doença, é forçada aos pais para ir a um grupo de apoio. Lá, conhece Augustus Waters, que também sofre de câncer. Os dois possuem visões muito diferentes de suas doenças. Hazel preocupa-se apenas com a dor que poderá causar aos outros; Augustus sonha em deixar sua própria marca no mundo. Apesar das diferenças, eles se apaixonam. Juntos, atravessam o turbilhão que é amar e morrer ao mesmo tempo.

Chegou a hora de falar de uma adaptação. Não qualquer adaptação, mas de A Culpa é das Estrelas, o livro mais bem falado dos últimos tempos. Sério, ver alguém não gostar dele é muito raro. E é por isso que eu sempre sou enquadrada no grupo dos "do contra"! Não é que eu não tenha gostado do livro, mas não era tudo aquilo que as pessoas falavam, sabe? Tipo, eu não derramei uma lágrima. Se quiser saber mais da minha opinião sobre o livro, leia minha resenha, escrita ano passado. Mas pretendo fazer um comentário pós-releitura e pós-filme.

Mas quando eu vi o trailer desse filme. Gente. Eu só faltei chorar. Quando a Hazel fala "okay" no final, o que foi aquilo? Eu tinha certeza que ia me derramar em lágrimas no cinema. E na primeira oportunidade, no dia que entrei de férias, fui assistir. A última sessão do dia, uma semana depois da estreia, mas mesmo assim, lotada. Efeito "okay". 

Vou lembrá-los que minha opinião está sendo sobre o filme, é claro que citarei o livro, mas meus comentários mais metafísicos sobre o sentido da vida e minha tímida mudança de posição em relação à TFiOS virão depois.

As atuações da Shailene e do Ansel são impressionantes. Sério, gente. Eu não entendo muito de atuação nem nada disso, não sou crítica literária, sou uma leiga que acha que sabe de alguma coisa. Mas até quem não gosta de ver filmes concordaria comigo. Só em ver a Shailene chorando, o filme valeu a pena. Eu fazia parte do grupo que achou, à princípio, a escalação do Ansel para Gus ridícula. Ele não tinha nada a ver. Mas ele conseguiu personificar o moço dos olhos azuis, mesmo sem ter olhos azuis. Foi tudo tão fiel, tão igual ao livro! A Hazel ficou até mais simpática! Parecia que tinham copiado e colado as falas no roteiro, mesmo. A ambientação, tanto nos EUA quanto na Holanda, maravilhosa. Claro que tinha coisas que não dava pra colocar, como as plantinhas caindo como confetes no Oranjee, mas isso não afetou em nada no decorrer do filme. E a trilha sonora? Eu só ouvi três músicas (Tee Shirt, Not About Angels e All Of The Stars). Os momentos em que elas foram colocadas no filme foram, tipo: "OK, CHOREM MAIS AGORA!" 


É importante ressaltar que, apesar de tudo isso, eu não chorei. Não é fácil me fazer chorar nem em filme nem em livro - ao contrário, na vida real. Sou muito chorona. Eu queria tanto, mas tanto chorar, que não aconteceu. Mas o filme é muito emocionante. Só não precisa vomitar o estômago, como algumas moças fizeram na sala de cinema. Que coisa desnecessária.

Bem, é basicamente isso. A Culpa é das Estrelas me fez rir, me sentir triste, ficar com o coração apertado, e mais importante, elogiar a capacidade do diretor e de toda a equipe de fazerem a adaptação menos adaptação da vida. Poderia ser chamada logo de "cópia". Acho que ter o autor do livro acompanhando o andamento da produção ajuda muito nisso.  

Espero que tenham gostado! Não deixem de comentar :)


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[Filme] Maleficent


Título nacional: Malévola
Título original: Maleficent
Diretor: Robert Stromberg
Duração: 97 minutos
Ano: 2014
País de origem: EUA
Estreia nos EUA: 28 de maio de 2014
Estreia no Brasil: 29 de maio de 2014
Data que eu assisti: 30 de maio de 2014
Censura: 10 anos
Trailer
Elenco principal: 
♥ Angelina Jolie como Malévola
♥ Elle Fanning como Aurora
♥ Sam Riley como Diaval
♥ Sharlto Copley como Rei Stefan)
♥ Juno Temple como Thistletwit), Imelda Staunton como Knotgrass e Lesley Manville como Flittle)
Primeiro comentário sobre filmes, yay! É importante ressaltar que isso é minha opinião, não uma crítica profissional, e pode conter spoilers. Eu avisarei quando for o caso. Preferi não colocar a sinopse. Acho mais legal ir pro filme sem saber o que esperar!

Avaliação: 5/5

Procurem, podem procurar, mas duvido vocês acharem uma apaixonada mais apaixonada que eu por A Bela Adormecida, ou The Sleeping Beauty, como preferirem. Desde pequena, Aurora é minha princesa Disney preferida. Ela sempre foi meu foco. Malévola era vista como a bruxa má, mas apenas isso. E, de repente, nessa onda de remakes de clássicos (que eu amo), aparece o da minha princesa preferida. Mas, espera. O foco não era mais a princesa. Era a bruxa. Mas é claro que eu tinha que ver, gente. Fã de carteirinha é isso.

Quando vi o trailer, fiquei, tipo: "UAU! ESSE FILME VAI SER ÉPICO!" e, na época, já tinha criado um... apego à Malévola. Abaixo explico o porquê. Enfim. O trailer passa toda aquela sensação de uma coisa sombria, a maldade exalando do sorriso branco, pontudo e perfeito da Angelina Jolie, as bochechas salientes e o batom vermelho. Aí, quando vou ver, ele é... fofinho! Sim, gente, o filme é fofinho. E é por isso que pode ter sido uma decepção para algumas pessoas, que esperavam um foco na maldade da bruxa, uma reafirmação da personificação do mal em uma personagem. E depara com uma distorção da figura dessa vilã. Porque ela é má! E o filme de 1957 não deixa nenhuma dúvida disso. A atuação de Jolie foi linda, mas faltaram cenas para ela representar a Malévola do trailer, que diz: "Well, well" e dá um sorriso... malévolo.

Mas, vejam bem, eu gostei do filme. E muito. Eu amo essa história, e sempre vou amar. E sou uma pessoa que acredita na distinção do bem e do mal, e que é totalmente contra ao ditado: "os fins justificam os meios". A maldade do coração de uma pessoa, seus atos maus, jamais poderão ser justificados pelas suas intenções. E, graças a Deus, não foi isso que o filme tentou passar. [SPOILER] Mas, as pessoas, no fundo, podem ser boas, e é importante ressaltar isso.

Elle Fanning, que faz a princesa Aurora, é uma fofa. Ela colocou toda a doçura, os sorrisos e a ingenuidade, mas, ao mesmo tempo, curiosidade que é necessária para representar a filha do rei Stefan. E quanto a ele, é um ridículo. Que personalidade mais nojenta. As três fadinhas são uma graça, mas foram colocadas de uma forma totalmente diferente de nossas Merryweather, Flora e Fauna de 1957. São burrinhas e desligadas. Ai, da pobre princesa Aurora. Ah, colocaram a Viviénne, filha da Angelina e do Brad, como Aurora pequena. Muito fofa. E a trilha sonora, com Once Upon a Dream, interpretada por Lana Del Rey, ficou diva.

Temos que ressaltar que o filme usou e abusou de efeitos especiais, que ao meu ver, foram muito bons, mas ainda visivelmente, efeitos especiais. Mas eu sou uma completa leiga nesse aspecto. Sou uma pobre mortal que ama filmes, mas que não conhece o técnico deles. Não vi em 3D, mas já vi pessoas falando mal dele. Acho que o filme fica bem legal com essa tecnologia, tanto que durante sua exibição, disse pra minha amiga: "Esse filme ia ficar demais em 3D." O desfecho foi muito surpreendente. Realmente, não imaginava aquilo. Só consegui entender o que aconteceria quando, de fato, estava a milissegundos de acontecer.

Eu disse que tinha um apego à Malévola, e explico agora. Eu a representei em uma peça da escola, o English Plays, que já falei aqui antes. Fiquei verde, e sim, com aqueles chifres. O que não se faz em nome da arte, né? Enfim, mais um motivo pra eu amar o filme. Espero que tenham gostado do comentário, meio longo, mas vou melhorar. Espero. 

Tomara que vocês tenham gostado! Não deixem de comentar :) 
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[Adaptações] Novo trailer + em que pé está a adaptação de "Em Chamas"

2013 está sendo um ano maravilhoso para todos os fandoms literários, não é? Cite uma série famosa que provavelmente ela estará recebendo uma adaptação nesse ano, e no mais tardar, início do ano que vem. Eu, pelo menos, amo saber sobre adaptações e estar por dentro do assunto. É por isso que estou preparando esse post para vocês.

Nesse sábado (20/07), Jennifer Lawrence e Josh Hutcherson estiveram na Comic-Con para divulgar o filme, e lá foi passado um novo trailer de "Em Chamas", TOPÍSSIMO, popularmente dizendo. Depois de assistirem pela décima vez, me digam o que acharam aqui nos comentários!

                 
O trailer ficou muito, muito, muito bom. Nesses 2 minutos e meio, já sabemos que podemos esperar uma grande produção e um filme muito fiel. O meu amigo, Rieri, do Teorema Literário, fez um análise que você pode ver clicando aqui.

E para completar o post, falaremos da adaptação de Em Chamas, segundo livro da trilogia Jogos Vorazes, de Suzanne Collins. Para o cinema, o nome ficará "Jogos Vorazes: Em Chamas", provavelmente para criar uma "marca" entre os filmes. 

O primeiro filme: Jogos Vorazes

Pode conter spoilers sobre o primeiro filme: Jogos Vorazes é uma distopia que se passa em Panem, o
que restou da América do Norte depois de uma catástrofe na Terra. Tem como personagem principal Katniss Everdeen, uma jovem de 16 anos que após ter sua irmã sorteada para participar da próxima edição de Jogos Vorazes, se voluntaria para evitar que ela morra nas mãos de outros 23 participantes de um jogo. O vencedor é o último que se mantém vivo depois de uma carnificina numa arena. Mas ela sobrevive. Não apenas ela, mas também um rapaz do seu Distrito 12: Peeta Mellark. Em nome de um amor jovem, os dois se tornam celebridades nesse mundo futurístico.

Bem, dei um belo de um resumo do primeiro filme, né? O segundo, para os que não leram a trilogia, é ainda um mistério. Não vou dar nenhum detalhe de enredo, porque acho que não tem nada mais legal que ser pego de surpresa. E podem ter certeza: vai ser o filme.

Tick-tock.
O segundo filme: Em Chamas 

Título: Jogos Vorazes: Em Chamas (The Hunger Games: Catching Fire)
Estreia: 15 ou 22 de novembro, não se sabe ao certo
Diretor: Francis Lawrence
Roteirista: Simon Beaufoy, Michael Arndt e Suzanne Collins (autora do livro)
Elenco principal: 
  • Jennifer Lawrence como Katniss Everdeen 
  • Josh Hutcherson como Peeta Mellark
  • Liam Hemsworth como Gale Hawthorne
  • Elizabeth Banks como Effie Trinket
  • Woody Harrelson como Haymitch Abernathy
  • Sam Claffin como Finnick Odair
  • Jena Malone como Johanna Mason
  • Willow Shields como Primrose Everdeen
  • Donald Sutherland como President Snow
Para ver mais do elenco, clique aqui.

Filmagens e orçamento
As filmagens já terminaram. Foram de setembro a dezembro de 2012, nos estados da Geórgia, Nova Jersey e também no Havaí, principalmente para as cenas da Arena. Parece que houve algumas refilmagens.

O orçamento foi de US$150 milhões, o dobro do primeiro filme.

Novidades 

A Capital liberou diversos banners do filme. Tantos, que nem posso colocar todos aqui. Mas nesse link, você vai direto para um álbum com eles. Já saíram vários stills e até mesmo gifs do filme! Se você é desligado como eu, dá uma olhadinha: 

Para ver mais imagens, pode entrar no Instagram do Capitol Coutore. Tem muitas imagens de roupas inspiradas na Capital, mas rolando um pouco a página/ as postagens, você acha imagens de vários personagens sentados segurando rosas. Emocionante!






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