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[Filme] A Noviça Rebelde

Avaliação: 5/5

Título: A Noviça Rebelde
Título original: The Sound Of Music
Diretor: Robert Wise
Duração: 174 min
Ano de produção: 1965
País de origem: EUA
Estreia mundial: 2 de março de 1965
Estreia no Brasil: 3 de maio de 1965
Elenco principal:
♥ Julie Andrews como Maria
♥ Christopher Plummer como Captain Von Trapp
♥ Charmian Carr como Liesl
♥ Nicholas Hammond como Friedrich
♥ Heather Menzies-Urich como Louisa
♥ Duane Chase como Kurt
♥ Angela Cartwright como Brigitta
♥ Debbie Turner como Marta
♥ Kym Karath como Gretl

Sinopse (de Filmow): No final da década de 30, na Áustria, quando o pesadelo nazista estava prestes a se instaurar no país, uma noviça que vive em um convento, mas não consegue seguir as rígidas normas de conduta religiosa, vai trabalhar como governanta na casa do capitão Von Trapp, que tem sete filhos. Ele é viúvo e os educa como se fizessem parte de um regimento. Sua chegada modifica drasticamente o padrão da família, trazendo alegria novamente ao lar da família Von Trapp e conquista o carinho e o respeito das crianças.

Trailer:



Musicais, musicais. Ah, quem me conhece, sabe o amor que eu tenho por eles. Tem gente que acha chato, que não consegue suportar, que acha lento... Minha irmã não entende como eu consigo assisti-los e ainda ficar ouvindo pela casa depois que o filme acaba. Não sei, tem algo no fato de você estar cantando, atuando e muitas vezes dançando simultaneamente que eu amo! Bem, sendo assim, eu não posso me dizer fã de musicais sem ter visto esse em especial. (Eu também não vi Wicked, nem Westside Story. Eu sei, é uma vergonha)

Comecei a assistir porque estava passando no Telecine Cult. E, gente, vocês podem nunca ter visto esse filme, mas eu tenho certeza que vocês conhecem pelo menos uma música dele. Duvida? Pois clique aqui. Pois é, a cena que eu peguei era aquela da Liesl cantando com o Rolfe "I am sixteen, going on seventeen..." que eu conhecia por Operação Babá (shame on me), e, óbvio, continuei assistindo.

Conforme ia passando, eu ia amando. É tão fofo, tão lindinho, tão clássico! Dá quase nostalgia de um tempo que eu nem vivi! A beleza (ela é muito linda) e os vocais da Julie Andrews, as paisagens... Gente, as paisagens. O cenário e a fotografia desse filme são um caso à parte, que merecem muita atenção. As montanhas da Áustria, seus lagos e os monumentos de Salzsburgo... Tudo lindo! Não posso deixar de citar também o contexto histórico da história do filme, que se passa no fim dos anos 30, quando o Anchluss estava por invadir a Áustria. E é muito interessante ver como nem todos acreditavam no pangermanismo e nessa "grande nação germânica". E é por causa dessa parte da história que o final é muito tenso!



A Noviça Rebelde, ou The Sound Of Music, estreou em 1965 e influenciou pessoas das mais diversas faixas etárias. Ainda hoje influencia e encanta. E é engraçado ver como essa história inspirou tantas histórias mais recentes! Em 2015 completou 50 anos (queria ter sabido disso antes). Além disso, virou musical da Broadway (óbvio). Ah, também é legal saber que a família Von Trapp realmente existiu, e que a história do filme foi inspirada no diário da matriarca Maria. Leia mais sobre aqui.

E aí, você já tinha visto o filme? Gostaria de ver? Não deixe de colocar sua opinião nos comentários! Até a próxima!



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[Filme] Caminhos da Floresta



Avaliação: 4/5
Título nacional: Caminhos da Floresta
Título original: Into The Woods
Diretor: Rob Marshall
Duração: 125 minutos
Ano de produção: 2014
País de origem: EUA
Estreia nos EUA: 25 de dezembro de 2014
Estreia no Brasil: 29 de novembro de 2015
Censura: 12 anos
Elenco principal:
♥ Meryl Streep como A Bruxa (The Witch)
♥ James Corden como (The Baker)
♥ Emily Blunt como Esposa do Padeiro (The Baker's Wife)
♥ Daniel Huttlestone como João (Jack)
♥ Lilla Crawford como Chapeuzinho Vermelho (Red Hiding Hood)
E com participações de Johnny Depp, Chris Pine e Mackenzie Mauzy.

Trailer:



Quem me conhece, sabe o tamanho da minha paixão por musicais. Por mim, assistiria todos os da Broadway, mesmo sabendo que nem todos são legais. Além disso, também sou apaixonada por fantasia. Conheci Into The Woods via Filmow, e ao ver o elenco e que era uma fantasia, já queria assistir. Só depois que vi o trailer descobri que era um musical, o que só melhorou as coisas. E esperei ansiosamente, até que estreou e eu pude assistir durante o Carnaval.

Devo dizer que nenhum musical é tão legal quanto aquele que você conhece as músicas. No caso, só sabia cantar No One Is Alone (♥), por isso não foi tão emocionante. "Não tão emocionante" não quer dizer "chato", já que, como eu disse, sou completamente apaixonada por musicais. Ainda assim, algumas letras foram meio confusas, por incrível que pareça. Um ponto a se notar foi Anna Kendrick, que tem uma voz impecável e um vibrato incrível. Digno de uma princesa. 

Meryl Streep foi demais, mas isso nós já esperávamos. O que mais me admira nela é a capacidade daquela mulher elegante das premiações ser irreconhecível na atuação, já que está tão comprometida. Não é mais Meryl Streep, é a Bruxa. E é o mesmo que acontece com o Johnny Depp, apesar de aparecer por pouquíssimos minutos. Mas mais um nome de peso no elenco é sempre bom, né. Quanto ao enredo, a ideia é muito criativa, mas passando um pouco da metade do filme, ele fica um pouco cansativo, principalmente pra quem não gosta de musicais. Em compensação, houve momentos muito engraçados!
 
A fotografia e a ambientação deram aquele aspecto obscuro. Não muito agradável pro olhar, meio agoniante, mas perfeitamente ajustado: não é tudo brilhante, colorido e feliz. Afinal, temos uma desconstrução dos contos de fadas. O sapatinho caiu do pé da Cinderella? Não foi bem assim que aconteceu. Felizes para sempre? Depende do que você achar que isso significa... É uma fantasia realista, já que mostra que o mundo não é perfeito, nem tudo é como esperamos, e que as coisas não tendem a ter um "ponto final redondinho" depois da frase. Sempre há um porém, sempre há mudanças. Apesar disso, todos nós temos alguém do nosso lado, que nos apoiará e nos ajudará, no one is alone. Todos tempos um lado ruim e um lado bom, mas temos escolher qual nós vamos usar. E pra mim, o melhor ensinamento foi: os fins não justificam os meios, e nunca justificarão. E como meu pai sempre diz: "resolver o seu problema e criar para o outro, não é válido."

Sendo assim, cuidado com o que você deseja. E mais importante: como você conseguirá.


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[Resenha] O Fantasma da Ópera - Gaston Leroux


Avaliação: 5/5

É noite de gala na Ópera de Paris. Os Srs. Debienne e Poligny se despedem do cargo de diretores da Ópera com um último recital. Porém, nos corredores do teatro, uma figura misteriosa caminha como uma sombra e desaparece sempre que é vista. No subsolo, o maquinista-chefe é encontrado morto. Esse é o legado que os antigos diretores deixam a Armand Moncharmim e Firman Richard: a perturbadora presença do fantasma da Ópera. Ao ignorar os caprichos do Fantasma, os novos diretores têm que lidar com uma trágica seqüência de eventos que culmina no desaparecimento repentino da cantora lírica Christine Daaé. É em meio a esse clima de suspense e de terror que somos levados ao labirinto sombrio que é o subsolo da Ópera de Paris.
Meu musical preferido, O Fantasma da Ópera já encantou plateias por todo o mundo. As mais diversas cantoras maravilharam espectadores com as notas alcançadas por elas durante a música tema. Mas, como quase todo bom filme, este veio de um livro. E eu não seria uma fã se não lesse o que deu origem à esta história que não deixa de fascinar!

Considerado por muitos como um romance gótico, por conter horror, tragédia, ficção, romance e mistério, Le Fantôme de l'Opéra nos conta a história de Christine, Raoul e Érik, a maior interrogação da ópera de Paris, um dos participantes deste triângulo amoroso e um abismo emocional e psicológico. Para alguns, imaginação, para outros, assombração. Mas uma coisa é certa: as coisas não aconteciam normalmente naquele templo da arte. Christine tem que se decidir entre seu amor de infância, Raoul, ou a criatura que lhe causa tanto admiração quanto medo.
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